Thiago Cota
Thiago Fellipe Motta Cota · nasceu em 1985
Thiago Cota se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2022, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2014, 2018 e 2022.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2014), MDB (2018), PDT (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, eleito.
Declarou ao TSE em 2022: 37 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado estadual · Minas GeraisPDT 12000· centro-esquerdaeleito64.944 votos; 39º mais votado de 1.353 no estado
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisMDB 15456· direitaeleito55.870 votos; 41º mais votado de 1.255 no estado
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisCIDADANIA 23456· centroeleito65.745 votos; 37º mais votado de 1.055 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Thiago Cota teve 64.944 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 39º lugar entre 1.353 candidatos.
Recebeu votos em 406 cidades. Mariana deu 13,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 60,3%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Thiago Cota declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2014 e 2022, o total subiu R$ 902,8 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2022.
- Thiago CotaR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 96,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 947,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- Apto e sua vagas de garagem e box-torre fiore-financiado…R$ 1,6 miApartamento
- Açoes agrega gestão de patrimonio e financas S/AR$ 38,7 milAções
- Aplicações rf simples banco do brasilR$ 19,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Saldo em poupança no banco do bradescoR$ 664Outros fundos
- Aplicações BB automatico estiloR$ 149Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Saldo em conta corrente do bradescoR$ 1Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Thiago Cota declarou ao TSE R$ 2,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 2,2 milhões.
Campanha a campanha
2022 · Deputado estadual · Minas Gerais · PDT · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico Trabalhista - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 120,1 mil50,4%
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 109,1 mil45,8%
- Fundo partidárioR$ 7.4753,1%
- Outros candidatosR$ 1.6180,7%
Para onde foi
- Pessoal28 pessoas, não nomeadasR$ 69,2 mil45%
- InternetR$ 4.6123%
- TransporteR$ 2.1621,4%
- EscritórioR$ 7530,5%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2022
Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Cassio Soares, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 541; o mais barato, R$ 9,33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcia Fu Do Volei UNIÃOR$ 1,2 milhão · 2.218 votosR$ 541
- Gabi Vasconcelos PATRIOTAR$ 1,2 milhão · 2.366 votosR$ 499
- Tia Lau UNIÃOR$ 1,3 milhão · 2.704 votosR$ 489
- Débora Lovisi PSDBR$ 1,3 milhão · 3.119 votosR$ 413
- Juliana Jaber MDBR$ 1,1 milhão · 4.560 votosR$ 243
- Maria Vanuzia UNIÃOR$ 1,2 milhão · 9.446 votosR$ 127
- Glória Da Aposentadoria PSDBR$ 1,3 milhão · 18.053 votosR$ 71,1
- Dr. Jorge Ali PSCR$ 1,2 milhão · 17.326 votosR$ 69,1
- Rochelle PPR$ 1,3 milhão · 20.340 votosR$ 66,3
- Rodrigo Lopes UNIÃOR$ 1,4 milhão · 28.270 votosR$ 50,5
- Thiago Fernandes UNIÃOR$ 1,1 milhão · 22.650 votosR$ 48,3
- Flavia Borja E Borja PPR$ 1,4 milhão · 32.374 votosR$ 44,6
- Danilo Mendes UNIÃOR$ 1,1 milhão · 27.711 votosR$ 41,3
- Ana Paula Siqueira REDER$ 1,3 milhão · 33.621 votosR$ 39,8
- Adalclever Lopes PSDR$ 1,4 milhão · 40.974 votosR$ 33,5
- Zé Reis PODER$ 1,5 milhão · 48.773 votosR$ 30,8
- Roberto Andrade PATRIOTAR$ 1,4 milhão · 54.120 votosR$ 26,4
- Nayara Rocha PPR$ 1,1 milhão · 44.619 votosR$ 25,5
- Betinho Pinto Coelho Alberto PVR$ 1,1 milhão · 45.113 votosR$ 24,4
- João Vitor Xavier CIDADANIAR$ 1,4 milhão · 62.597 votosR$ 22,5
- Arnaldo UNIÃOR$ 1,3 milhão · 61.059 votosR$ 21,2
- Zé Guilherme PPR$ 1,3 milhão · 72.376 votosR$ 17,9
- Leonídio Bouças PSDBR$ 1,2 milhão · 69.355 votosR$ 17,6
- João Magalhães MDBR$ 1,3 milhão · 75.285 votosR$ 17
- Gil Pereira PSDR$ 1,4 milhão · 88.393 votosR$ 15,3
- Ione Pinheiro UNIÃOR$ 1,2 milhão · 80.136 votosR$ 14,7
- Tadeuzinho MDBR$ 1,1 milhão · 96.862 votosR$ 11,8
- Arlen Santiago AVANTER$ 1,2 milhão · 107.236 votosR$ 11,1
- Antonio Carlos Arantes PLR$ 1,1 milhão · 119.686 votosR$ 9,42
- Cassio Soares PSDR$ 1,2 milhão · 132.382 votosR$ 9,33
Votos por real
- 2022, deputado estadual: 422 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 128 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.