Apuração
Deputado estadual · 2022 · REPUBLICANOS

Thiago Briganó

Thiago Antonio Brigano · nasceu em 1984

Thiago Briganó se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 4.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PV2012MDB2016PSDB2022REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012 e 2016.

Passou por 4 partidos: PV (2004–2008), MDB (2012), PSDB (2016), REPUBLICANOS (2022).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPVMDBPSDBREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 38 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · São Paulo
    REPUBLICANOS 10422· direita
    suplente11.137 votos; 336º mais votado de 1.924 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Ibirarema (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito2.568 votos, 66,3%
  3. 2012
    Prefeito · Ibirarema (SP)
    MDB 15· centro-direita
    eleito2.575 votos, 64,2%
  4. 2008
    Vereador · Ibirarema (SP)
    PV 43333· centro-esquerda
    eleito289 votos
  5. 2004
    Vereador · Ibirarema (SP)
    PV 43333· centro-esquerda· na urna, Dj Thiago
    eleito166 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Thiago Briganó teve 11.137 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 336º lugar entre 1.924 candidatos.

Recebeu votos em 497 cidades. Ibirarema deu 17,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,9%.

11.137 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 11.137 votos.
  1. Ibirarema (SP)1.928 votos17,3%
  2. Palmital (SP)1.694 votos15,2%
  3. Cândido Mota (SP)824 votos7,4%
  4. Assis (SP)814 votos7,3%
  5. Ourinhos (SP)460 votos4,1%
  6. Outras 482 cidades3.577 votos32,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Thiago Briganó declarou R$ 289,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 248,7 mil acima da inflação.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 289,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 178.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.

  • Thiago BriganóR$ 289,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 289,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Thiago Briganó declarou ao TSE R$ 291 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 157 mil, 80% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · São Paulo · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 156,9 mil
80% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 156,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Republicanos - Brasil - Br - NacionalR$ 120,1 mil76,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 31,6 mil20,2%
  3. Fundo partidárioR$ 5.1573,3%

Para onde foi

R$ 149,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 149,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 66 mil44,2%
  2. TransporteTudo de Bruno Tur Transportes E Turismo EireliR$ 18 mil12,1%
  3. InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 10,8 mil7,2%
  4. EscritórioR$ 1.2830,9%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2010,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2022

Mediana da disputa: R$ 21,4 por voto. Quem venceu, Bruna Furlan, gastou R$ 7,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 153; o mais barato, R$ 7,16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 75 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.