Thiago
Thiago Lobato Pinheiro · nasceu em 1990
Thiago se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PRTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 30 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Thiago declarou R$ 20,1 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- ThiagoR$ 20,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Thiago declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Bequimão (MA) · PRTB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.23851,3%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 3.07648,7%
Para onde foi
- Material impressoTudo de C W A Castro - EppR$ 81012,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3245,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Bequimão (MA), 2016
Thiago Almeida: R$ 10,5 por voto (mediana da disputa, R$ 4,71). Quem venceu, Irmão Vetinho, gastou R$ 2,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 12,7; o mais barato, R$ 2,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Thiago Almeida. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Fredson PC do BR$ 6,4 mil · 503 votosR$ 12,7
- Raquel Paixao PSDBR$ 6,4 mil · 546 votosR$ 11,7
- Irmão Junior MDBR$ 1,8 mil · 160 votosR$ 11,1
- Thiago Almeida PRTBR$ 6,3 mil · 600 votosR$ 10,5
- Dandan PDTR$ 4,8 mil · 471 votosR$ 10,1
- Valmir PPR$ 2,1 mil · 447 votosR$ 4,71
- Vadico Do Areal PVR$ 1,3 mil · 334 votosR$ 3,88
- Professor Zeca REPUBLICANOSR$ 1,3 mil · 341 votosR$ 3,80
- Amarildo PSDR$ 1,3 mil · 447 votosR$ 2,90
- Valdenor MDBR$ 1,3 mil · 478 votosR$ 2,71
- Irmão Vetinho MDBR$ 1,9 mil · 745 votosR$ 2,61
Votos por real
- 2016, vereador: 95 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.