Terezinha
Terezinha Paladin de Sousa · nasceu em 1951
Terezinha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PL (2004), PTB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Terezinha declarou R$ 110,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 70 mil acima da inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- TerezinhaR$ 110,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Terezinha declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 964.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Uru (SP) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Uru (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 6,58 por voto. Quem venceu, Teloco, gastou R$ 1,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,2; o mais barato, R$ 1,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toni PSDBR$ 1,8 mil · 49 votosR$ 36,2
- Jorge DEMR$ 996 · 50 votosR$ 19,9
- Chayene DEMR$ 105 · 6 votosR$ 17,5
- Maria Da Vivian PSDBR$ 105 · 6 votosR$ 17,5
- Zé Carneiro MDBR$ 105 · 10 votosR$ 10,5
- Regiane MDBR$ 105 · 12 votosR$ 8,77
- Toninha Capossi MDBR$ 105 · 16 votosR$ 6,58
- Zanita DEMR$ 105 · 27 votosR$ 3,90
- Vartão SOLIDARIEDADER$ 244 · 100 votosR$ 2,44
- Vera Do Martinha PSDBR$ 105 · 60 votosR$ 1,75
- Zé Rubens PSDBR$ 105 · 79 votosR$ 1,33
- Teloco MDBR$ 105 · 81 votosR$ 1,30
Votos por real
- 2016, vereadora: 1 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 62 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.