Tereza da Latinha
Tereza de Jesus de Moraes · nasceu em 1953
Tereza da Latinha se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2008), DEM (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, até o fundamental, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputada estadual · ParanáCIDADANIA 23333· centrosuplente5.402 votos; 169º mais votada de 519 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Tereza da Latinha teve 5.402 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 169º lugar entre 519 candidatos.
Recebeu votos em 154 cidades. Campo Largo deu 53,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tereza da Latinha declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 18,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- Tereza da LatinhaR$ 109,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tereza da Latinha declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Campo Largo (PR) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Campo Largo (PR), 2012
Mediana da disputa: R$ 32,4 por voto. Quem venceu, Dirceu Mocelin, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 184; o mais barato, R$ 15,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Leocádio PSDR$ 24 mil · 129 votosR$ 184
- Pastor Divino PTR$ 32 mil · 356 votosR$ 90,4
- Fernanda Do Nelsão PTR$ 84 mil · 1.060 votosR$ 79,3
- Bento Vidal DEMR$ 54 mil · 931 votosR$ 58,2
- Sergio Schmidt PDTR$ 65 mil · 1.285 votosR$ 50,2
- Wilson Andrade PSBR$ 35 mil · 983 votosR$ 35,9
- Marcio Beraldo PPR$ 26 mil · 804 votosR$ 32,4
- Professor Norton MDBR$ 29 mil · 918 votosR$ 31,9
- Darci Andreassa MDBR$ 49 mil · 1.663 votosR$ 29,2
- Luiz Rossatto PDTR$ 30 mil · 1.395 votosR$ 21,6
- Joao Marcos PLR$ 29 mil · 1.434 votosR$ 19,9
- Dirceu Mocelin MDBR$ 26 mil · 1.699 votosR$ 15,5
Votos por real
- 2012, vereadora: 34 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputada estadual: 192 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 696 votos por R$ 1.000, 9,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.