Tenorio Cavalcanti
Natalicio Tenorio Cavalcanti Freitas Lima · nasceu em 1965
Tenorio Cavalcanti se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 1. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 4 partidos: PRTB (2002), PL (2004–2008), PODE (2010), AVANTE (2014–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2018: 53 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014
- 2010
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPRTB 28228· direita· na urna, Tenório Cavalcantisuplente20.066 votos; 143º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Tenorio Cavalcanti teve 20.066 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 126 cidades. São Lourenço deu 61,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Tenorio Cavalcanti declarou R$ 835,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 2,3 mi, já descontada a inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.
- Tenorio CavalcantiR$ 835,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 9 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 380,5 milDinheiro em espécie
- #Nulo#R$ 167,4 milOutros bens e direitos
- #Nulo#R$ 105,6 milCasa
- #Nulo#R$ 71,3 milApartamento
- #Nulo#R$ 66,1 milOutros bens e direitos
- #Nulo#R$ 20,6 milOutros bens e direitos
- #Nulo#R$ 15,2 milJoias, arte e coleções
- #Nulo#R$ 4.605Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 3.901Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tenorio Cavalcanti declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 402 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Minas Gerais · AVANTE · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Avante Diretorio NacionalR$ 45,2 mil21%
- Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 40 mil18,6%
- Próprio bolsoR$ 32,6 mil15,2%
- Outros candidatosR$ 6.3332,9%
Para onde foi
- Pessoal158 pessoas, não nomeadasR$ 85,8 mil65,8%
- InternetR$ 3.0162,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.0162,3%
- EscritórioR$ 2.8542,2%
- OutrosR$ 1.2170,9%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2018
Mediana da disputa: R$ 48,9 por voto. Quem venceu, Rodrigo De Castro, gastou R$ 19,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 19,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Angela Mairink REPUBLICANOSR$ 2,7 milhões · 19.747 votosR$ 139
- Dâmina Pereira PODER$ 3,7 milhões · 36.234 votosR$ 103
- Saraiva Felipe MDBR$ 3,2 milhões · 38.448 votosR$ 84,5
- José Santana PLR$ 3,5 milhões · 42.008 votosR$ 82,5
- Pedro Leitão PVR$ 3,5 milhões · 42.488 votosR$ 81,9
- Paulo Sérgio Amaral PPR$ 2,9 milhões · 38.321 votosR$ 76,4
- Raquel Muniz PSDR$ 3,3 milhões · 45.338 votosR$ 72,3
- Leonardo Quintão MDBR$ 3,4 milhões · 56.644 votosR$ 60,5
- Carlos Melles DEMR$ 3,2 milhões · 55.604 votosR$ 58,1
- Wadson Ribeiro PC do BR$ 2,5 milhões · 43.500 votosR$ 58
- Tenente Lúcio PLR$ 2,9 milhões · 51.555 votosR$ 55,6
- Ana Paula PPR$ 3,4 milhões · 62.815 votosR$ 54,8
- Walter Tosta PLR$ 2,7 milhões · 51.606 votosR$ 52,6
- Igor Timo PODER$ 3,2 milhões · 60.509 votosR$ 52,3
- Aelton Freitas PLR$ 2,7 milhões · 54.704 votosR$ 49,2
- Fabio Ramalho MDBR$ 3,1 milhões · 63.149 votosR$ 48,9
- Dimas Fabiano PPR$ 3,5 milhões · 74.223 votosR$ 47,6
- Renato Andrade PPR$ 2,9 milhões · 62.448 votosR$ 47,1
- Marcus Pestana PSDBR$ 3,2 milhões · 72.099 votosR$ 44,8
- Newton Cardoso Jr MDBR$ 3,1 milhões · 69.900 votosR$ 44,4
- Paulo Abi Ackel PSDBR$ 3 milhões · 79.797 votosR$ 37,9
- Dr. Mário Heringer PDTR$ 3,3 milhões · 89.046 votosR$ 37
- Pinheirinho PPR$ 3,6 milhões · 98.404 votosR$ 36,6
- Domingos Sávio PSDBR$ 2,9 milhões · 80.990 votosR$ 35,2
- Aécio Neves PSDBR$ 3,7 milhões · 106.702 votosR$ 34,9
- Odair Cunha PTR$ 2,6 milhões · 87.891 votosR$ 29,1
- Lafayette Andrada REPUBLICANOSR$ 2,7 milhões · 103.090 votosR$ 25,9
- Hercílio Coelho Diniz MDBR$ 3 milhões · 120.489 votosR$ 24,8
- Misael Varella PSDR$ 2,8 milhões · 128.537 votosR$ 21,8
- Rodrigo De Castro PSDBR$ 2,6 milhões · 131.120 votosR$ 19,8
Votos por real
- 2008, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 265 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.