Claudiomir Tenorio
nasceu em 1972
Claudiomir Tenorio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · Novo Machado (RS)PT 13542· centro-esquerda· na urna, Claudiomircandidatura não chegou à urna
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudiomir Tenorio declarou R$ 207,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 126,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Claudiomir TenorioR$ 207,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Fração terra 124.000M2R$ 105,6 milTerra nua
- Dinheiro em especieR$ 56,9 milDinheiro em espécie
- Pas/automovel gm/corsa ano 1998R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote rural 30.000M2R$ 16,2 milTerreno rural
- Cota capitalR$ 7.816Quotas ou quinhões de capital
- Pas/motocicleta yamaha/ybr 125ER$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banrisul c/cR$ 80Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudiomir Tenorio declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Novo Machado (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.94372,8%
- PessoasR$ 72527,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.29548,5%
- ServiçosR$ 1.13342,5%
- Material impressoR$ 2409%
Quanto custou cada voto: vereador, Novo Machado (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,6 por voto. Quem venceu, Maninho, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,3; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ito Genzler PPR$ 5,9 mil · 105 votosR$ 56,3
- Professor Luís Carlos MDBR$ 5,5 mil · 109 votosR$ 50,1
- Reinoldo Hess PPR$ 5,3 mil · 121 votosR$ 43,8
- Jair Mallmann MDBR$ 6,1 mil · 146 votosR$ 41,4
- Professor Arcindo MDBR$ 3,9 mil · 96 votosR$ 41
- Osmar Kittlaus PPR$ 4,6 mil · 112 votosR$ 40,8
- Doka PPR$ 4,9 mil · 127 votosR$ 38,6
- Osmar PTR$ 4,9 mil · 142 votosR$ 34,8
- Chico Bubanz MDBR$ 4,8 mil · 139 votosR$ 34,7
- Vili Krapp PPR$ 3,9 mil · 122 votosR$ 31,8
- Auri PTBR$ 4,4 mil · 155 votosR$ 28,2
- Maninho PTBR$ 4,5 mil · 194 votosR$ 23,3
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.