Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Telles

Domingos Telles Sanches · nasceu em 1935

Telles se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,64← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2006PP2008PP2010PP2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2002–2010), REPUBLICANOS (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPPREPUBLICANOS’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 85 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Pacaembu (SP)
    REPUBLICANOS 10236· direita
    não eleito
  2. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PP 1139· direita
    suplente454 votos; 756º mais votado de 1.030 no estado
  3. 2008
    Vereador · Pacaembu (SP)
    PP 11144· direita
    suplente
  4. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PP 1114· direita
    suplente658 votos; 725º mais votado de 952 no estado
  5. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PP 1114· direita
    suplente1.416 votos; 439º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Telles teve 454 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 756º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 126 cidades. São Paulo deu 34,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 64,3%.

454 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 454 votos.
  1. São Paulo (SP)158 votos34,8%
  2. Pacaembu (SP)39 votos8,6%
  3. São Bernardo do Campo (SP)25 votos5,5%
  4. Junqueirópolis (SP)12 votos2,6%
  5. Mauá (SP)8 votos1,8%
  6. Outras 111 cidades162 votos35,7%
As outras 2 eleições para deputado
658 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 658 votos.
  1. São Paulo (SP)184 votos28%
  2. Pacaembu (SP)77 votos11,7%
  3. Santos (SP)70 votos10,6%
  4. Praia Grande (SP)26 votos4%
  5. Guarujá (SP)24 votos3,6%
  6. Outras 123 cidades194 votos29,5%
1.416 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.416 votos.
  1. São Paulo (SP)545 votos38,5%
  2. Pacaembu (SP)157 votos11,1%
  3. Santo André (SP)50 votos3,5%
  4. Guarulhos (SP)21 votos1,5%
  5. Junqueirópolis (SP)20 votos1,4%
  6. Outras 262 cidades505 votos35,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Telles declarou R$ 30,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 210,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 30,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 21.356 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • TellesR$ 30,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 30,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Telles declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 10 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Pacaembu (SP) · REPUBLICANOS · não eleito

De onde veio

R$ 1.015
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.015.
  1. Próprio bolsoR$ 66165,1%
  2. Outros candidatosR$ 35434,9%

Para onde foi

R$ 235
O maior gasto foi com material impresso: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 235.
  1. Material impressoR$ 14260,2%
  2. EscritórioR$ 9339,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Pacaembu (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Suzana Kawano, gastou R$ 3,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.089; o mais barato, R$ 3,80.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 147 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 658 votos por R$ 1.000, 7,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.