Tauã Ney
Tauã Vaz Ney · nasceu em 1994
Tauã Ney se candidatou em 3 eleições, de 2018 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2018–2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 30 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio Grande do SulCIDADANIA 23123· centro· na urna, Tauã Vaz Neysuplente3.763 votos; 262º mais votado de 798 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Tauã Ney teve 3.763 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 262º lugar entre 798 candidatos.
Recebeu votos em 58 cidades. Pelotas deu 91,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Tauã Ney declarou R$ 235,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2018.
- Tauã NeyR$ 235,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 121,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 948,7 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tauã Ney declarou ao TSE R$ 252 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 109 mil, 43% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Pelotas (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 39,2 mil48%
- Próprio bolsoR$ 4.3755,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.5599,4%
- PessoalR$ 1.9145,1%
- EscritórioR$ 1.4723,9%
- TransporteR$ 1.2033,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Pelotas (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 42,9 por voto. Quem venceu, Fernanda Miranda, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriane Silveira PSDBR$ 85 mil · 414 votosR$ 205
- Tony Sechi PSBR$ 89 mil · 512 votosR$ 173
- Carla Cassais PTR$ 100 mil · 1.107 votosR$ 90,1
- Ronaldo Quadrado PTR$ 83 mil · 1.302 votosR$ 63,6
- Julio Moura Voluntário REDER$ 94 mil · 2.078 votosR$ 45,3
- Junior Fox PLR$ 88 mil · 1.975 votosR$ 44,7
- Arthur Halal PPR$ 96 mil · 2.239 votosR$ 42,9
- Miriam Marroni PTR$ 93 mil · 2.426 votosR$ 38,4
- Jurandir Silva PSOLR$ 82 mil · 2.812 votosR$ 29,3
- Cesinha PSBR$ 81 mil · 4.421 votosR$ 18,3
- Marcelo Bagé PLR$ 90 mil · 5.540 votosR$ 16,3
- Fernanda Miranda PSOLR$ 90 mil · 5.885 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2024, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 83 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.