Apuração
Vereador · 2016 · PL

Tarciso

Tarciso Antonio Sidney · nasceu em 1953

Tarciso se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PL (2016).

VereadorPartidoPSDBPL2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    PL 22666· direita
    suplente
  2. 2004
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    PSDB 45666· centro-direita· na urna, Dr Tarciso
    suplente509 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Tarciso declarou R$ 430,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 430,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 265.000 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 430,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Tarciso declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,6 mil, 3,2% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · São Fidélis (RJ) · PL · suplente

De onde veio

R$ 5.646
3,2% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.646.
  1. Próprio bolsoR$ 4.04871,7%
  2. PessoasR$ 81014,3%
  3. Outros candidatosR$ 60710,8%
  4. PartidoR$ 1813,2%

Para onde foi

R$ 5.611
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.611.
  1. Material impressoR$ 4.57781,6%
  2. ServiçosR$ 81014,4%
  3. EscritórioR$ 2234%

Quanto custou cada voto: vereador, São Fidélis (RJ), 2016

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Rogerinho, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 246; o mais barato, R$ 14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.