Tarcisio
Tarcisio Reinaldo de Oliveira · nasceu em 1982
Tarcisio se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 30 anos, ensino médio, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tarcisio declarou R$ 87,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 58,5 mil acima da inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- TarcisioR$ 87,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tarcisio declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Curimatá (PI) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.08354,3%
- Próprio bolsoR$ 91045,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Curimatá (PI), 2012
Mediana da disputa: R$ 83,3 por voto. Quem venceu, Gabino, gastou R$ 29 por voto. O voto mais caro custou R$ 434; o mais barato, R$ 29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Do Pai PSCR$ 38 mil · 87 votosR$ 434
- Raimundo Amaral PPR$ 20 mil · 77 votosR$ 261
- Clederson PDTR$ 31 mil · 131 votosR$ 234
- Idalecia MDBR$ 44 mil · 248 votosR$ 176
- Benga PPR$ 32 mil · 180 votosR$ 176
- Zé Luiz DEMR$ 14 mil · 133 votosR$ 105
- Genuino MDBR$ 14 mil · 168 votosR$ 83,3
- Cristiano Dourado PSDBR$ 17 mil · 244 votosR$ 70,6
- Neudilene MDBR$ 12 mil · 177 votosR$ 67,2
- Adonaldo PSDBR$ 16 mil · 378 votosR$ 43,2
- Nazinha MDBR$ 11 mil · 287 votosR$ 38,2
- Gabino PSDBR$ 15 mil · 523 votosR$ 29
Votos por real
- 2012, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.