Suely do Sindicato
Suely Bomfim da Silva · nasceu em 1964
Suely do Sindicato se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2016), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Suely do Sindicato declarou R$ 89,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 81,1 mil acima da inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Suely do SindicatoR$ 89,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Suely do Sindicato declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 6,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Gameleiras (MG) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Gameleiras (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,3 por voto. Quem venceu, Durval De Verciano, gastou R$ 3,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 3,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rita MDBR$ 729 · 6 votosR$ 121
- Idalino Da Boa Vista MDBR$ 4,9 mil · 129 votosR$ 37,8
- Massar PTBR$ 2,8 mil · 113 votosR$ 24,3
- Acir Da Vila MDBR$ 5,3 mil · 251 votosR$ 21,3
- Mimi Do Engenho MDBR$ 4,7 mil · 233 votosR$ 20,1
- Dio De Fernando PTBR$ 3,9 mil · 317 votosR$ 12,3
- Regivan De Zé Caoi PTR$ 2,4 mil · 265 votosR$ 9,16
- Bêla PTR$ 2,8 mil · 325 votosR$ 8,46
- Geraldino De Mario Rocha PLR$ 972 · 258 votosR$ 3,77
- Ageni Gorotubano PTR$ 972 · 274 votosR$ 3,55
- Durval De Verciano PTR$ 972 · 311 votosR$ 3,12
Votos por real
- 2016, vereadora: 109 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 0,92 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.