Apuração
Vereador · 2024 · PDT

Subtenente Morinigo

Dionaldo Morinigo · nasceu em 1977

Subtenente Morinigo se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PSB2016REPUBLICANOS2018PDT2020PSD2024PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.

Passou por 5 partidos: PTB (2004), PSB (2008), REPUBLICANOS (2016), PDT (2018), PSD (2020), PDT (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoPTBPSBREPUBLICANOSPDTPSDPDT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, superior incompleto, bombeiro militar, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Ponta Porã (MS)
    PDT 12888· centro-esquerda
    eleito653 votos
  2. 2020
    Vereador · Caarapó (MS)
    PSD 55193· direita· na urna, Sargento Dionaldo
    suplente
  3. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PDT 12193· centro-esquerda· na urna, Bombeiro Dionaldo
    suplente353 votos; 202º mais votado de 322 no estado
  4. 2016
    Vereador · Caarapó (MS)
    REPUBLICANOS 10193· direita· na urna, Sargento Dionaldo
    não eleito
  5. 2008
    Vereador · Caarapó (MS)
    PSB 40193· centro-esquerda· na urna, Cabo Dionaldo
    suplente138 votos
  6. 2004
    Vereador · Caarapó (MS)
    PTB 14193· centro-direita· na urna, Dionaldo Bombeiro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Subtenente Morinigo teve 353 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 202º lugar entre 322 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Caarapó deu 50,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,3%.

353 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 353 votos.
  1. Caarapó (MS)179 votos50,7%
  2. Campo Grande (MS)80 votos22,7%
  3. Dourados (MS)24 votos6,8%
  4. Antônio João (MS)9 votos2,5%
  5. Costa Rica (MS)7 votos2%
  6. Outras 15 cidades20 votos5,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Subtenente Morinigo declarou R$ 459,7 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 416,5 mil acima da inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 459,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 320.000 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.

  • Subtenente MorinigoR$ 459,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 459,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Subtenente Morinigo declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Ponta Porã (MS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 16,2 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 10,9 mil67,3%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Aparecido Carlos Bernardo PrefeitoR$ 5.31032,7%

Para onde foi

R$ 10,9 mil
O maior gasto foi com serviços: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,9 mil.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 5.03146%
  2. Material impressoTudo de Dourados Seriart Comunicacao Visual LtdaR$ 3.71934%
  3. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 2.18720%

Quanto custou cada voto: vereador, Ponta Porã (MS), 2024

Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Professora Lourdes Monteiro, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 474; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.