Jose Carlos Stangarlini
nasceu em 1951
Jose Carlos Stangarlini se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.
Passou por 2 partidos: PSDB (2002–2010), PSD (2012), PSDB (2014–2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2022: 71 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2014Deputado estadual · São PauloPSDB 45054· centro-direita· na urna, José Carlos Stangarlinisuplente7.340 votos; 341º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2010Deputado federal · São PauloPSDB 4510· centro-direita· na urna, Stangarlinisuplente24.621 votos; 162º mais votado de 1.030 no estado
- 2006Deputado federal · São PauloPSDB 4510· centro-direitasuplente82.262 votos; 68º mais votado de 952 no estado
- 2002Deputado estadual · São PauloPSDB 45135· centro-direita· na urna, José Carlos Stangarlinieleito65.478 votos; 62º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Jose Carlos Stangarlini teve 7.340 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 341º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 224 cidades. São Paulo deu 70,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,5%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Jose Carlos Stangarlini declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2022, o total caiu R$ 627,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2022.
- Jose Carlos StangarliniR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 95,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 922,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- Caixa economica federalR$ 593,5 milConta corrente no país
- Imovel situ a rua ceutaR$ 421,6 milCasa
- 50% Do imovel da rua conselheiro cotegipeR$ 180,7 milOutros bens imóveis
- Emprestimo de ruth gilR$ 156,6 milCrédito decorrente de empréstimo
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Jose Carlos Stangarlini declarou ao TSE R$ 3,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 1,4 milhão.
Campanha a campanha
2014 · Deputado estadual · São Paulo · PSDB · suplente
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 59,7 mil11,8%
- Próprio bolsoR$ 12,5 mil2,5%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,4 mil1,9%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2014
Mediana da disputa: R$ 45,6 por voto. Quem venceu, Fernando Capez, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cidinha PTR$ 5,4 milhões · 27.990 votosR$ 193
- Police Neto PSDR$ 4,1 milhões · 31.271 votosR$ 131
- Gustavo Petta PC do BR$ 3,4 milhões · 33.370 votosR$ 102
- Junior Aprillanti PC do BR$ 3,2 milhões · 35.664 votosR$ 90,4
- Marcia Lia PTR$ 6,3 milhões · 70.945 votosR$ 89,4
- Bruno Caetano PSDBR$ 4,5 milhões · 54.405 votosR$ 83,1
- José Américo PTR$ 6,1 milhões · 74.726 votosR$ 81
- Ramalho Da Construcao PSDBR$ 6 milhões · 80.344 votosR$ 74,4
- Luciano Barbosa PTR$ 3,2 milhões · 49.885 votosR$ 63,4
- Luiz Fernando PTR$ 6,3 milhões · 102.905 votosR$ 61,1
- Alexandre Pereira SOLIDARIEDADER$ 3,4 milhões · 60.267 votosR$ 56,3
- Carlos Neder PTR$ 3,3 milhões · 59.990 votosR$ 54,6
- Ana Do Carmo PTR$ 3,8 milhões · 72.238 votosR$ 53,1
- Luiz Turco PTR$ 4,2 milhões · 78.670 votosR$ 52,9
- Rita Passos PSDR$ 4,3 milhões · 92.390 votosR$ 46,6
- Alencar Santana PTR$ 4,7 milhões · 103.234 votosR$ 45,6
- Estevam Galvão DEMR$ 3,6 milhões · 79.016 votosR$ 45,4
- Barba PTR$ 4 milhões · 95.156 votosR$ 42,1
- Caio França PSBR$ 5,1 milhões · 123.138 votosR$ 41,2
- Milton Leite Filho DEMR$ 5,8 milhões · 142.566 votosR$ 40,8
- Marcos Martins PTR$ 3,1 milhões · 83.879 votosR$ 37,3
- Vaz De Lima PSDBR$ 3,7 milhões · 113.422 votosR$ 32,9
- Gil Lancaster DEMR$ 3,2 milhões · 107.841 votosR$ 29,9
- Campos Machado PTBR$ 4,6 milhões · 192.369 votosR$ 23,9
- Edmir Chedid DEMR$ 3,6 milhões · 167.909 votosR$ 21,5
- Barros Munhoz PSDBR$ 3,9 milhões · 194.938 votosR$ 20,2
- Analice Fernandes PSDBR$ 3 milhões · 151.407 votosR$ 19,8
- Orlando Morando PSDBR$ 3,9 milhões · 237.020 votosR$ 16,6
- Tripoli PVR$ 3,1 milhões · 232.467 votosR$ 13,5
- Fernando Capez PSDBR$ 3,4 milhões · 306.268 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 35 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 60 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.