Sonia
Sonia Maria Noll · nasceu em 1978
Sonia se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PTB (2004), DEM (2008), PSB (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, auxiliar de escritório e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sonia declarou R$ 30,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 100,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- SoniaR$ 30,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sonia declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Cordilheira Alta (SC) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Cordilheira Alta (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Jair Borsoi, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 311; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mônica PSDR$ 3,4 mil · 11 votosR$ 311
- Eder Retore PSBR$ 6,2 mil · 109 votosR$ 56,4
- Belo Marconi PSDR$ 3 mil · 77 votosR$ 38,9
- Guto Foppa MDBR$ 3,1 mil · 163 votosR$ 18,9
- Peder PPR$ 5,3 mil · 292 votosR$ 18,3
- Luiz Carlos PTR$ 3,1 mil · 212 votosR$ 14,7
- Sidonia MDBR$ 3,4 mil · 238 votosR$ 14,3
- Ademir PSDBR$ 3 mil · 214 votosR$ 14
- Alexandro (Zai) MDBR$ 3,2 mil · 275 votosR$ 11,5
- Nico Berlanda MDBR$ 3 mil · 273 votosR$ 11
- Edimar (Canguru) MDBR$ 4 mil · 362 votosR$ 11
- Jair Borsoi MDBR$ 3 mil · 289 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2016, vereadora: 2 votos por R$ 1.000, 3% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 98 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.