Solteiro da Folha
Francisco de Assis Morais · nasceu em 1968
Solteiro da Folha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PP (2008), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Solteiro da Folha declarou R$ 618,6 mil em bens, em reais de hoje: 93 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 137,3 mil acima da inflação.
Declarou 93 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2024.
- Solteiro da FolhaR$ 618,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 110,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Solteiro da Folha declarou ao TSE R$ 9,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Pacajá (PA) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.28472,7%
- Próprio bolsoR$ 1.60627,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.28458,2%
- TransporteR$ 1.54220,9%
- Material impressoR$ 1.47320%
- EscritórioR$ 640,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Pacajá (PA), 2008
Mediana da disputa: R$ 53,2 por voto. Quem venceu, Niltinho Do Ze Preto, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 303; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dorinho MDBR$ 13 mil · 42 votosR$ 303
- Jurandi Baiao PVR$ 21 mil · 117 votosR$ 178
- Romulo PTBR$ 32 mil · 268 votosR$ 120
- Bastos Da Sucam DEMR$ 12 mil · 157 votosR$ 75,4
- Devaldo PTR$ 56 mil · 785 votosR$ 71,1
- Tonico Doido PTR$ 36 mil · 569 votosR$ 64
- Santos MDBR$ 36 mil · 682 votosR$ 53,2
- Marcao PPR$ 20 mil · 467 votosR$ 43,9
- Irmão Do Ladário MDBR$ 23 mil · 610 votosR$ 37,7
- Arnaldo PSDBR$ 11 mil · 308 votosR$ 34,3
- Ronaldo Chapeu De Couro PSDBR$ 12 mil · 450 votosR$ 26,5
- Niltinho Do Ze Preto PPR$ 10 mil · 488 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.