Apuração
Vereador · 2012 · PC do B

Cb Helio

Antonio Elio Pereira Borges · nasceu em 1965

Cb Helio se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2004CIDADANIA2008PT2012PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2002–2004), PT (2008), PC do B (2012).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoCIDADANIAPTPC do B200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Belém (PA)
    PC do B 65111· esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Belém (PA)
    PT 13190· centro-esquerda· na urna, Cb Elio
    suplente
  3. 2004
    CIDADANIA 23· centro· na urna, Solom
    não eleito90 votos, 2,2%
  4. 2002
    Deputado estadual · Pará
    CIDADANIA 23523· centro· na urna, Cabo Élio
    suplente4.555 votos; 135º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Cb Helio teve 4.555 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 135º lugar entre 434 candidatos.

Recebeu votos em 114 cidades. Belém deu 32,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,1%.

4.555 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.555 votos.
  1. Belém (PA)1.468 votos32,2%
  2. Marabá (PA)339 votos7,4%
  3. Santarém (PA)302 votos6,6%
  4. Ananindeua (PA)224 votos4,9%
  5. Redenção (PA)223 votos4,9%
  6. Outras 99 cidades860 votos18,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cb Helio declarou ao TSE R$ 113 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 63 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Belém (PA) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 32,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,5 mil.
  1. PessoasR$ 18,4 mil56,6%
  2. PartidoR$ 14,1 mil43,4%

Para onde foi

R$ 32,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,5 mil.
  1. TransporteR$ 18,7 mil57,6%
  2. PessoalR$ 10,8 mil33,3%
  3. Material impressoR$ 1.6205%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2593,9%
  5. OutrosR$ 870,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Belém (PA), 2012

Mediana da disputa: R$ 47,4 por voto. Quem venceu, Marinor Brito, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.391; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 1,4 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.