Apuração
Vereadora · 2020 · PP

Solange do Quebra Coco

Solange Aparecida Mendes · nasceu em 1963

Solange do Quebra Coco se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PP2012PL2016PDT2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PTB (2004), PP (2008), PL (2012), PDT (2016), PP (2020).

VereadoraPartidoPTBPPPLPDTPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Sidrolândia (MS)
    PP 11111· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereadora · Sidrolândia (MS)
    PDT 12111· centro-esquerda· na urna, Solange Mendes
    suplente
  3. 2012
    Vereadora · Sidrolândia (MS)
    PL 22122· direita· na urna, Solange
    suplente
  4. 2008
    Vereadora · Sidrolândia (MS)
    PP 11111· direita
    suplente509 votos
  5. 2004
    Vereadora · Sidrolândia (MS)
    PTB 14123· centro-direita· na urna, Solange
    não eleita

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Solange do Quebra Coco declarou R$ 215,7 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 215,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • Solange do Quebra CocoR$ 215,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 215,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Solange do Quebra Coco declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 29 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Sidrolândia (MS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 29 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29 mil.
  1. PessoasR$ 27,2 mil93,9%
  2. Próprio bolsoR$ 1.7816,1%

Para onde foi

R$ 29 mil
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29 mil.
  1. PessoalR$ 18,9 mil65%
  2. Material impressoR$ 5.47318,9%
  3. TransporteR$ 4.67616,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Sidrolândia (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 126 por voto. Quem venceu, Vilma Felini, gastou R$ 69,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.477; o mais barato, R$ 69,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Professora Mariza PSBR$ 30 mil · 20 votosR$ 1.477
  • Nilo Petró PDTR$ 31 mil · 80 votosR$ 383
  • Marcio PROSR$ 29 mil · 123 votosR$ 239
  • Jovelino Caetano AVANTER$ 41 mil · 187 votosR$ 219
  • Peres PSDBR$ 67 mil · 482 votosR$ 138
  • Ana Lidia Ascoli DEMR$ 35 mil · 280 votosR$ 126
  • Joana Michalski PSBR$ 52 mil · 413 votosR$ 126
  • Célio Fialho PSDBR$ 32 mil · 267 votosR$ 119
  • Dra Rosângela MDBR$ 35 mil · 360 votosR$ 97,9
  • Ganso PSDBR$ 54 mil · 671 votosR$ 80,1
  • Edno Ribas PSBR$ 41 mil · 554 votosR$ 73,8
  • Vilma Felini PSDBR$ 42 mil · 603 votosR$ 69,6

Votos por real

  • 2016, vereadora: 2,2 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 186 votos por R$ 1.000, 21 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 74 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.