Solange
Solange Edina Gonçalves · nasceu em 1970
Solange se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, ensino médio, agente de saúde e sanitarista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Solange declarou R$ 146,2 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 91,4 mil acima da inflação.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- SolangeR$ 146,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Solange declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Jaguaraçu (MG) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.61977,6%
- Outros candidatosR$ 30614,7%
- Próprio bolsoR$ 1627,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 94945,5%
- OutrosR$ 81038,9%
- ServiçosR$ 1949,3%
- Material impressoR$ 1125,4%
- EscritórioR$ 190,9%
Quanto custou cada voto: vereadora, Jaguaraçu (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 90,7 por voto. Quem venceu, Nem Da Lavrinha, gastou R$ 24,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 24,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joao Gualberto PSDR$ 2,7 mil · 9 votosR$ 301
- Sting - Cleidimar Da Teca DEMR$ 3 mil · 10 votosR$ 296
- Meirinha DEMR$ 3,3 mil · 13 votosR$ 254
- José Lacerda CIDADANIAR$ 2,8 mil · 13 votosR$ 218
- José Eustáquio CIDADANIAR$ 3,3 mil · 31 votosR$ 105
- Sargento Tito PROSR$ 3,2 mil · 33 votosR$ 95,8
- Maria Luiza DEMR$ 4,3 mil · 47 votosR$ 90,7
- Guilherme Pixote PSDBR$ 3,4 mil · 51 votosR$ 66,7
- Sargento Edson PSDR$ 2,9 mil · 50 votosR$ 57,8
- Luizão PSDR$ 2,6 mil · 51 votosR$ 50,3
- Eri PROSR$ 5,1 mil · 175 votosR$ 29,4
- Nem Da Lavrinha DEMR$ 3,6 mil · 143 votosR$ 24,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 32 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 100 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.