Solange Amaral
nasceu em 1953
Solange Amaral se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputada federal, em 2006.
Passou por 2 partidos: DEM (2002–2010), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, psicólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputada federal · Rio de JaneiroDEM 2522· direitasuplente26.529 votos; 71º mais votada de 751 no estado
- 2008
- 2006Deputada federal · Rio de JaneiroDEM 2522· direitaeleita101.428 votos; 13º mais votada de 707 no estado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Solange Amaral teve 26.529 votos para deputada federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 71º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 85 cidades. Rio de Janeiro deu 71,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Solange Amaral declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 472,2 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Os 18 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Rua timoteo da costaR$ 861,1 milApartamento
- Avenida bartolomeu mitreR$ 673,3 milApartamento
- Custodia de açoes de fii kinea riR$ 174,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Estruturada itauR$ 162,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Custodia açoes petrobrasR$ 102,4 milQuotas ou quinhões de capital
- Di fic fi itauR$ 87,2 milOutras aplicações
- Operaçoes estruturadas itauR$ 81,2 milOutras aplicações
- Operaçoes compromissadas banco itauR$ 65 milOutras aplicações
- Disponibilidade financeiraR$ 45,5 milDinheiro em espécie
- Custodia açoes de vale pnaR$ 44 milQuotas ou quinhões de capital
- Custodia açoes ambevR$ 37,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Custodia acoes itauR$ 37,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Custodia de açoes de BB seguridade on nmR$ 14,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Custodia de açoes de fii kinea ciR$ 13,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Custodia de açoes de fii bc fund ciR$ 12,9 milQuotas ou quinhões de capital
- ItauR$ 6.011Caderneta de poupança
- Juros sobre capital creditadosR$ 224Outros créditos e poupança vinculada
- ItauR$ 198Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Solange Amaral declarou ao TSE R$ 14,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para governadora: R$ 6,1 milhões.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Rio de Janeiro (RJ) · MDB · suplente
De onde veio
- Pessoas25 pessoas, não nomeadasR$ 168,5 mil55,8%
- Próprio bolsoR$ 113,4 mil37,5%
- PartidoR$ 9.6703,2%
- Outros candidatosR$ 9.5533,2%
- Fundo partidárioR$ 9720,3%
- OutrosR$ 5< 0,1%
Para onde foi
- Pessoal19 pessoas, não nomeadasR$ 34 mil11,3%
- ServiçosR$ 21 mil7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 14,6 mil4,8%
- PesquisasR$ 3.2381,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Rio de Janeiro (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,5 por voto. Quem venceu, Cesar Maia, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 786; o mais barato, R$ 15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Lima PODER$ 1 milhão · 1.287 votosR$ 786
- Fernando William PDTR$ 640 mil · 12.055 votosR$ 53,1
- Thiago K. Ribeiro MDBR$ 1,2 milhão · 24.900 votosR$ 50
- Marcelo Arar PTBR$ 623 mil · 16.230 votosR$ 38,4
- Alexandre Isquierdo DEMR$ 816 mil · 24.701 votosR$ 33
- Dr. Carlos Eduardo SOLIDARIEDADER$ 608 mil · 19.822 votosR$ 30,7
- Jorge Felippe MDBR$ 689 mil · 28.104 votosR$ 24,5
- Carlo Caiado DEMR$ 630 mil · 28.122 votosR$ 22,4
- Jairinho MDBR$ 580 mil · 26.047 votosR$ 22,3
- Rosa Fernandes MDBR$ 1 milhão · 57.868 votosR$ 17,4
- Vera Lins PPR$ 591 mil · 36.117 votosR$ 16,4
- Cesar Maia DEMR$ 1,1 milhão · 71.468 votosR$ 15
Votos por real
- 2016, vereadora: 39 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2010, deputada federal: 18 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2008, prefeita: 22 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2006, deputada federal: 159 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.