Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Sivaldo

Sivaldo de Jesus Merendes · nasceu em 1981

Sivaldo se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PTB.

VereadorPartidoPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Ninheira (MG)
    PTB 14000· centro-direita
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Ninheira (MG)
    PTB 14000· centro-direita· na urna, Neguin
    eleito154 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Sivaldo declarou R$ 9.437 em bens, em reais de hoje.

R$ 9.437
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.500 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • SivaldoR$ 9.437
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 9.437. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Sivaldo declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Ninheira (MG) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 1.251
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.251
O maior gasto foi com transporte: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Ninheira (MG), 2004

Mediana da disputa: R$ 16,2 por voto. Quem venceu, Vilmar, gastou R$ 8,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 407; o mais barato, R$ 8,61.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Carlucio PDTR$ 1,6 mil · 4 votosR$ 407
  • Dija PPR$ 5,8 mil · 169 votosR$ 34,6
  • Zetim PSDBR$ 3,6 mil · 131 votosR$ 27,6
  • Dinha PSCR$ 3,3 mil · 126 votosR$ 25,9
  • Dio De Mirim PSDBR$ 2,3 mil · 89 votosR$ 25,4
  • Roseno PDTR$ 3,3 mil · 188 votosR$ 17,3
  • Domingos DEMR$ 2,6 mil · 161 votosR$ 16,2
  • Neli De Branquinho PDTR$ 2,6 mil · 171 votosR$ 15,2
  • Zeca De Senhozão DEMR$ 1,6 mil · 131 votosR$ 12,4
  • Charles PSDBR$ 2,3 mil · 188 votosR$ 12,1
  • Orlando PDTR$ 2,6 mil · 247 votosR$ 10,6
  • Vilmar PPR$ 1,5 mil · 171 votosR$ 8,61

Votos por real

  • 2004, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.