Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Sirlei Nunes

Sirlei Nunes dos Santos · nasceu em 1959

Sirlei Nunes se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PTB (2008).

VereadorPartidoDEMPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, até o fundamental, motorista particular. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Orindiúva (SP)
    PTB 14300· centro-direita
    eleito175 votos
  2. 2004
    Vereador · Orindiúva (SP)
    DEM 25699· direita· na urna, Sirlei Nunes dos Santos
    eleito126 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Sirlei Nunes declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Orindiúva (SP) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 910
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 910.
  1. Próprio bolsoR$ 75082,4%
  2. PartidoTudo de Diretório EstadualR$ 16117,6%

Para onde foi

R$ 910
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 910. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 47828298000196R$ 16117,6%
  2. TransporteTudo de Fernanda I. C. Colombini & Cia Ltda EppR$ 13114,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Orindiúva (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Tiaozinho Do Onibus, gastou R$ 8,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 8,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Deputado REPUBLICANOSR$ 17 mil · 128 votosR$ 132
  • Dr. Fabiano CIDADANIAR$ 15 mil · 124 votosR$ 119
  • Marcio Leme PTR$ 5,8 mil · 59 votosR$ 98,8
  • Yasser DEMR$ 9,7 mil · 133 votosR$ 73
  • Carlão DEMR$ 2,4 mil · 41 votosR$ 58,2
  • Kascata PTR$ 7,9 mil · 142 votosR$ 55,4
  • Antônio Maciel PSBR$ 3,9 mil · 75 votosR$ 51,4
  • Laine DEMR$ 1,9 mil · 37 votosR$ 51,4
  • Silvinho Do Taxi PSBR$ 2,9 mil · 57 votosR$ 51
  • Lucio Cabelereiro PTBR$ 8 mil · 165 votosR$ 48,4
  • João Conga REPUBLICANOSR$ 2,1 mil · 60 votosR$ 35,7
  • Tiaozinho Do Onibus MDBR$ 1,9 mil · 233 votosR$ 8,04

Votos por real

  • 2008, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.