Simone de Nino
Simone Santos Silva · nasceu em 1971
Simone de Nino se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, ocupante de cargo em comissão, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Simone de Nino declarou R$ 186,7 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Simone de NinoR$ 186,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Simone de Nino declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Ubatã (BA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Ubatã (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,4 por voto. Quem venceu, Ítalo Brito, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,1; o mais barato, R$ 6,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gal Cabeleireira PSLR$ 3,6 mil · 44 votosR$ 82,1
- Neide De Zerley PSBR$ 11 mil · 401 votosR$ 27,9
- José Moraes PSBR$ 4,3 mil · 176 votosR$ 24,6
- Fernando Fernandes DEMR$ 3,2 mil · 194 votosR$ 16,6
- Cesar Sales MDBR$ 4,3 mil · 261 votosR$ 16,3
- Bonfim PPR$ 3,9 mil · 264 votosR$ 14,8
- Gabriel Nascif MDBR$ 3,6 mil · 272 votosR$ 13,4
- Paulinho De Paulo Silva PPR$ 4,1 mil · 403 votosR$ 10,1
- Juliano Nutricau MDBR$ 4,9 mil · 490 votosR$ 9,95
- Devinho MDBR$ 3,1 mil · 368 votosR$ 8,52
- Diêgo Da Igreja PPR$ 3,5 mil · 509 votosR$ 6,95
- Ítalo Brito PPR$ 2,9 mil · 447 votosR$ 6,43
Votos por real
- 2020, vereadora: 192 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 32 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.