Simone Campo
nasceu em 1983
Simone Campo disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Ilópolis (RS)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Simone Campo declarou R$ 336,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Simone CampoR$ 336,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Simone Campo declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, em reais de hoje, 8,1% de dinheiro público.
2016 · Vereadora · Ilópolis (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.70066,6%
- Próprio bolsoR$ 64825,4%
- Fundo partidárioR$ 2068,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.02040,2%
- ServiçosR$ 85833,8%
- Material impressoR$ 62724,7%
- OutrosR$ 321,3%
- EscritórioR$ 30,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Ilópolis (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,6 por voto. Quem venceu, Edemilson Marangon, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,1; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ismael Rosset PTR$ 2,7 mil · 33 votosR$ 82,1
- Antonio Salva MDBR$ 2,7 mil · 42 votosR$ 65,3
- Nadi MDBR$ 2,7 mil · 54 votosR$ 49,1
- Celso Secco DEMR$ 4,3 mil · 105 votosR$ 40,8
- Egidio Gabiatti PC do BR$ 3,5 mil · 110 votosR$ 32,2
- Waldemar PTBR$ 2,9 mil · 114 votosR$ 25,5
- Béi Montagner DEMR$ 3 mil · 129 votosR$ 23,6
- Luis Junior Tomasini MDBR$ 2,7 mil · 144 votosR$ 18,7
- Fabio Spezia (Ganso) PTR$ 2,8 mil · 154 votosR$ 18,3
- Valdir (Curto) MDBR$ 3,1 mil · 178 votosR$ 17,6
- Sergio Toigo MDBR$ 3,9 mil · 232 votosR$ 16,8
- Edemilson Marangon PDTR$ 3,7 mil · 221 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 35 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.