Simara Poganski
nasceu em 1987
Simara Poganski se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Simara Poganski declarou R$ 38,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 36% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Simara PoganskiR$ 38,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Simara Poganski declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Seara (SC) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.13660,6%
- TransporteR$ 1.38639,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Seara (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Beto Gonçalves, gastou R$ 8,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,4; o mais barato, R$ 8,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Cosmann MDBR$ 14 mil · 308 votosR$ 45,4
- Neri Cosmann PSDR$ 12 mil · 331 votosR$ 36,7
- Galelli PSBR$ 10 mil · 280 votosR$ 36,7
- Marco Viott PDTR$ 9,8 mil · 533 votosR$ 18,3
- Rafinha PSBR$ 6,8 mil · 374 votosR$ 18,3
- Jerson Brusamarello - Brusa PSDR$ 9,3 mil · 518 votosR$ 18
- Nelson Carpe Da Silveira DEMR$ 8,1 mil · 454 votosR$ 17,9
- Enelsi Mariani PTR$ 9,2 mil · 565 votosR$ 16,3
- Irio Casarotto PTR$ 9,5 mil · 684 votosR$ 13,8
- Toninho Oliveira PDTR$ 8,4 mil · 611 votosR$ 13,7
- Luiz Benatti PPR$ 7,2 mil · 671 votosR$ 10,7
- Beto Gonçalves PPR$ 7,5 mil · 879 votosR$ 8,57
Votos por real
- 2016, vereadora: 111 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 71 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.