Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Silvio Nunes de Medeiros

Silvio Nunes de Medeiros · nasceu em 1965

Silvio Nunes de Medeiros se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,56← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PP2010PL2012PL2018REPUBLICANOS2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PP (2006), PL (2010–2012), REPUBLICANOS (2018–2020).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPPPLREPUBLICANOS20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    REPUBLICANOS 10020· direita
    suplente
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    REPUBLICANOS 10777· direita
    suplente1.479 votos; 616º mais votado de 2.242 no estado
  3. 2012
    PL 22667· direita· na urna, Dr. Silvio Nunes
    suplente
  4. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PL 2266· direita· na urna, Dr Silvio Nunes
    suplente2.490 votos; 252º mais votado de 751 no estado
  5. 2006
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PP 1166· direita· na urna, Silvio Nunes
    suplente3.365 votos; 223º mais votado de 707 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Silvio Nunes de Medeiros teve 1.479 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 616º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 45 cidades. Rio de Janeiro deu 67,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.

1.479 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.479 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)1.004 votos67,9%
  2. Duque de Caxias (RJ)94 votos6,4%
  3. Itaocara (RJ)74 votos5%
  4. São João de Meriti (RJ)41 votos2,8%
  5. São Gonçalo (RJ)29 votos2%
  6. Outras 30 cidades89 votos6%
As outras 2 eleições para deputado
2.490 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.490 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)1.930 votos77,5%
  2. Duque de Caxias (RJ)158 votos6,3%
  3. Itaocara (RJ)66 votos2,7%
  4. São Gonçalo (RJ)51 votos2%
  5. Nova Iguaçu (RJ)40 votos1,6%
  6. Outras 25 cidades72 votos2,9%
3.365 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.365 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)2.436 votos72,4%
  2. Itaocara (RJ)253 votos7,5%
  3. Duque de Caxias (RJ)181 votos5,4%
  4. São Gonçalo (RJ)64 votos1,9%
  5. Campos dos Goytacazes (RJ)33 votos1%
  6. Outras 34 cidades140 votos4,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Silvio Nunes de Medeiros declarou R$ 155,5 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 155,5 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 102.164 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 155,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Silvio Nunes de Medeiros declarou ao TSE R$ 111 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 57 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 17,4 mil
0% veio de fundos públicos; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 17,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,4 mil.
  1. Material impressoR$ 9.24153,1%
  2. InternetR$ 5.66132,5%
  3. ServiçosR$ 2.12312,2%
  4. EscritórioR$ 3812,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Lindbergh Farias, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 22,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 139 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 1.574 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.