Apuração
Vice-prefeito · 2016 · MDB

Silvio Galvan

nasceu em 1963

Silvio Galvan se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.

Passou por 2 partidos: PP (2004), MDB (2008–2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPPMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Mandirituba (PR)
    MDB 45· centro-direita
    Na chapa de Chimim
    chapa não eleita2.921 votos da chapa, 19,7%
  2. 2012
    Vereador · Mandirituba (PR)
    MDB 15000· centro-direita
    eleito674 votos
  3. 2008
    Vereador · Mandirituba (PR)
    MDB 15000· centro
    não eleito665 votos
  4. 2004
    Vereador · Mandirituba (PR)
    PP 11000· direita
    eleito421 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Silvio Galvan declarou R$ 554 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 181,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 554 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 341.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 554 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Terreno em mandirituba com 315MR$ 308,7 mil
    Terreno
  2. Amarok ano 2014 cor branca placa BCY-0054R$ 195 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Fiat uno 2011 cor branca placa ATK-2829R$ 26 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dinheiro em espécieR$ 24,4 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Silvio Galvan declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 32 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Mandirituba (PR) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 2.911
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.911
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.911.
  1. Material impressoTudo de Laurí PalúR$ 2.12172,8%
  2. TransporteTudo de Laurí PalúR$ 76526,3%
  3. OutrosR$ 260,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Mandirituba (PR), 2012

Mediana da disputa: R$ 76,5 por voto. Quem venceu, Zé Luiz, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 13,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Elizabeth Barbosa PTBR$ 7,2 mil · 37 votosR$ 196
  • Rafa PC do BR$ 7,2 mil · 42 votosR$ 172
  • Marli Moleta PSLR$ 8 mil · 50 votosR$ 160
  • Toni Claudino PSDR$ 7,5 mil · 76 votosR$ 98,6
  • Xaropinho PC do BR$ 7,3 mil · 86 votosR$ 84,6
  • Isa Machado PLR$ 8 mil · 105 votosR$ 76,5
  • Eloir Ferreira PSDR$ 7,2 mil · 207 votosR$ 35
  • Joana Do Divonsir PSLR$ 8,1 mil · 257 votosR$ 31,7
  • Gima PDTR$ 10 mil · 487 votosR$ 20,5
  • Fernando Teixeira PC do BR$ 8,1 mil · 442 votosR$ 18,4
  • Zé Luiz PSDR$ 9,9 mil · 729 votosR$ 13,5

Votos por real

  • 2012, vereador: 231 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.