Apuração
Vereador · 2020 · PSB

Silvino Caliman

nasceu em 1975

Silvino Caliman se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PSB2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

Dep. estadualVereadorPartidoPSB20182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Tomé-Açu (PA)
    PSB 40123· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2018
    Deputado estadual · Pará
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente17.616 votos; 67º mais votado de 633 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Silvino Caliman teve 17.616 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 67º lugar entre 633 candidatos.

Recebeu votos em 107 cidades. Tomé-Açu deu 58,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,9%.

17.616 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 17.616 votos.
  1. Tomé-Açu (PA)10.329 votos58,6%
  2. Belém (PA)2.469 votos14%
  3. Ananindeua (PA)591 votos3,4%
  4. Concórdia do Pará (PA)561 votos3,2%
  5. Acará (PA)404 votos2,3%
  6. Outras 92 cidades1.602 votos9,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Silvino Caliman declarou ao TSE R$ 224 mil em receitas, em reais de hoje, 89% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Pará · PSB · suplente

De onde veio

R$ 223,9 mil
89% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 223,9 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Socialista Brasileiro - Para Pa - EstadualR$ 182,6 mil81,5%
  2. Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 25,4 mil11,3%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Cassio Coelho Andrade Deputado FederalR$ 16 mil7,1%

Para onde foi

R$ 189,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 189,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal21 pessoas, não nomeadasR$ 51,2 mil27%
  2. TransporteTudo de Posto Barreto LtdaR$ 24,6 mil13%
  3. EscritórioR$ 8.6014,5%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.2621,2%
  5. InternetR$ 1.5830,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2018

Mediana da disputa: R$ 17 por voto. Quem venceu, Dr Daniel, gastou R$ 3,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.074; o mais barato, R$ 3,78.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 93 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.