Apuração
Prefeito · 2016 · PT

Sidnei Furlan - Furlanzinho

Sidnei Furlan · nasceu em 1986

Sidnei Furlan - Furlanzinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2010PT2012PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Curitibanos (SC)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito5.114 votos, 25,5%
  2. 2012
    Vereador · Curitibanos (SC)
    PT 13123· centro-esquerda· na urna, Sidnei Furlan
    eleito476 votos
  3. 2010
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PT 13123· centro-esquerda· na urna, Sidnei Furlan
    suplente5.400 votos; 130º mais votado de 306 no estado
  4. 2008
    Vereador · Curitibanos (SC)
    PT 13123· centro-esquerda· na urna, Sidnei Furlan
    eleito618 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Sidnei Furlan - Furlanzinho teve 5.400 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 306 candidatos.

Recebeu votos em 139 cidades. Curitibanos deu 61,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,2%.

5.400 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.400 votos.
  1. Curitibanos (SC)3.300 votos61,1%
  2. Fraiburgo (SC)343 votos6,4%
  3. Frei Rogério (SC)233 votos4,3%
  4. Santa Cecília (SC)159 votos2,9%
  5. Florianópolis (SC)126 votos2,3%
  6. Outras 124 cidades584 votos10,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Sidnei Furlan - Furlanzinho declarou R$ 340,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 70,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 340,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 209.530 na declaração)

Declarou 57% da mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2016.

  • Sidnei Furlan - FurlanzinhoR$ 340,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 601,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 615,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 340,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Camioneta jeep/renegade 2015/16 verdeR$ 122,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Um terreno localizado na rondaR$ 81,2 mil
    Terreno
  3. Hyundai/tucson 2011R$ 58,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Um imóvel urbano rua marechal deodoroR$ 24,4 mil
    Terreno
  5. Uma casa localizada na rua felipe granemannR$ 24,4 mil
    Terreno
  6. Terreno urbano localizado em barranco altoR$ 24,4 mil
    Terreno
  7. Kombi ano modelo 1985R$ 5.222
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Sidnei Furlan - Furlanzinho declarou ao TSE R$ 86 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 57 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Curitibanos (SC) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 7.448
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.448.
  1. Próprio bolsoR$ 6.88292,4%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 5677,6%

Para onde foi

R$ 7.448
O maior gasto foi com transporte: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.448. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 5677,6%
  2. RepassesR$ 60,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Curitibanos (SC), 2016

Sidnei Furlan - Furlanzinho: R$ 1,46 por voto (mediana da disputa, R$ 1,46). Quem venceu, Dudão, gastou R$ 8,12 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sidnei Furlan - Furlanzinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 687 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 94 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 79 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.