Apuração
Vereador · 2008 · PV

Sidnei do Lourenço Vermeio

Paulo Sidnei Martins · nasceu em 1968

Sidnei do Lourenço Vermeio disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Arceburgo (MG)), pelo PV: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPV2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Arceburgo (MG)
    PV 43333· centro-esquerda
    suplente122 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Sidnei do Lourenço Vermeio declarou R$ 147,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 147,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 54.700 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Sidnei do Lourenço VermeioR$ 147,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 147,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Sidnei do Lourenço Vermeio declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Arceburgo (MG) · PV · suplente

De onde veio

R$ 3.031
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.031.
  1. Próprio bolsoR$ 2.98598,5%
  2. PartidoR$ 461,5%

Para onde foi

R$ 3.031
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.031.
  1. Material impressoR$ 1.63353,9%
  2. TransporteR$ 73424,2%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 40213,3%
  4. EscritórioR$ 2177,2%
  5. OutrosR$ 461,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Arceburgo (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 34,4 por voto. Quem venceu, João Chuvarada, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,7; o mais barato, R$ 14,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Marta Do Nelson PPR$ 5,3 mil · 62 votosR$ 85,7
  • Tico Giolo PTR$ 21 mil · 278 votosR$ 75,8
  • Pastor Laércio PSDBR$ 3,9 mil · 61 votosR$ 64,7
  • Chiquinho Rafael MDBR$ 3,9 mil · 71 votosR$ 55,5
  • Marta Bussolo PVR$ 4 mil · 79 votosR$ 51,1
  • João Querubim PSDBR$ 4,6 mil · 91 votosR$ 50
  • Carlinho Da Kátia Móveis DEMR$ 5 mil · 146 votosR$ 34,4
  • Marcão PSDBR$ 8 mil · 283 votosR$ 28,2
  • Neno PSDBR$ 5,8 mil · 299 votosR$ 19,3
  • Balistinha PSDBR$ 7,8 mil · 437 votosR$ 17,9
  • Serginho CIDADANIAR$ 5,9 mil · 405 votosR$ 14,6
  • João Chuvarada PPR$ 7,7 mil · 531 votosR$ 14,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.