Apuração
Vereador · 2016 · PL

Sidnei (professor)

Sidnei Antonio Pinto · nasceu em 1969

Sidnei (professor) se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012PL2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Cristina (MG)
    PL 22222· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Cristina (MG)
    PL 22222· direita· na urna, Sidnei da Rodoviaria
    eleito129 votos
  3. 2008
    Vereador · Cristina (MG)
    PL 22222· direita· na urna, Sidnei Professor
    suplente122 votos
  4. 2004
    Vereador · Cristina (MG)
    PL 22111· direita· na urna, Professor Sidnei
    suplente109 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Sidnei (professor) declarou ao TSE R$ 989 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 551.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cristina (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 551
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 551
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 551.
  1. Material impressoR$ 32458,8%
  2. ServiçosR$ 22741,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Cristina (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 8,41 por voto. Quem venceu, Carlos Jose, gastou R$ 5,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,9; o mais barato, R$ 5,57.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Raimundo Guedes DEMR$ 1,1 mil · 13 votosR$ 85,9
  • Luciana Do Salvador PSDR$ 2,1 mil · 45 votosR$ 46,9
  • Lena PSDR$ 1,9 mil · 62 votosR$ 29,9
  • Kelly Capoeira PLR$ 939 · 61 votosR$ 15,4
  • Elcio Barbosa DEMR$ 4,3 mil · 282 votosR$ 15,4
  • Edinho PSDR$ 2,7 mil · 184 votosR$ 14,8
  • Nhanhaco PTBR$ 2,2 mil · 259 votosR$ 8,41
  • Miguel Da Barra Grande DEMR$ 936 · 114 votosR$ 8,21
  • Neto PSDR$ 1,6 mil · 220 votosR$ 7,20
  • Zuco (Fernando) PLR$ 907 · 145 votosR$ 6,25
  • Carlos Jose PLR$ 923 · 163 votosR$ 5,66
  • Luiz Preto PHSR$ 1,1 mil · 192 votosR$ 5,57

Votos por real

  • 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.