Sibele Dora
Sibele Maria Correa Dora · nasceu em 1964
Sibele Dora disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Camaquã (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sibele Dora declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Sibele DoraR$ 1,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Terreno com predio de alvenaria na rua sete de setembroR$ 808,9 milImóveis
- Apartamento n. 32 no 4. pavimento do edificio doraR$ 539,3 milImóveis
- Um automovel corolaR$ 121,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Quotas de capital da empresa correa e dora LTDAR$ 93 milEmpresas e participações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Sibele Dora declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereadora · Camaquã (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.38746,1%
- Próprio bolsoR$ 2.41032,8%
- PartidoR$ 1.55821,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.03641,4%
- ServiçosR$ 1.90626%
- OutrosR$ 1.55821,2%
- PessoalR$ 6649%
- EscritórioR$ 1772,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Camaquã (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 31,6 por voto. Quem venceu, Rogerio Duarte, gastou R$ 5,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 5,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Corel Sperotto DEMR$ 56 mil · 305 votosR$ 183
- Sirlei Tomkowski MDBR$ 14 mil · 161 votosR$ 88,2
- Nei Da Receita PSBR$ 13 mil · 201 votosR$ 63
- Andre Oswaldt PDTR$ 54 mil · 1.099 votosR$ 48,8
- Flavio Medeiros PPR$ 18 mil · 425 votosR$ 41,9
- Everton Clarão PSBR$ 25 mil · 619 votosR$ 40,8
- Ludgero MDBR$ 38 mil · 1.207 votosR$ 31,6
- Copes PTR$ 19 mil · 1.013 votosR$ 19,1
- Paulinho Bicicletas CIDADANIAR$ 16 mil · 940 votosR$ 16,9
- Renato Dillmann MDBR$ 24 mil · 1.592 votosR$ 14,9
- Carminha Sindicato DEMR$ 13 mil · 1.311 votosR$ 10,3
- Rogerio Duarte PPR$ 18 mil · 3.487 votosR$ 5,15
Votos por real
- 2008, vereadora: 86 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.