Sgt Wellington Alecrim
Wellygton Santos Alecrim · nasceu em 1973
Sgt Wellington Alecrim disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Pernambuco), pelo PV: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.
Declarou ao TSE em 2010: 36 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado estadual · PernambucoPV 43190· centro-esquerdasuplente4.113 votos; 138º mais votado de 401 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Sgt Wellington Alecrim teve 4.113 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 138º lugar entre 401 candidatos.
Recebeu votos em 101 cidades. Caruaru deu 46,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2010, Sgt Wellington Alecrim declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, em reais de hoje.
2010 · Deputado estadual · Pernambuco · PV · suplente
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 40,3 mil78,1%
- Próprio bolsoR$ 7.64814,8%
- EmpresasTudo de Nucleo Digital LtdaR$ 3.6657,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.4662,8%
- InternetR$ 730,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pernambuco, 2010
Mediana da disputa: R$ 40,3 por voto. Quem venceu, Guilherme Uchoa, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 6.625; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Duffles Pires PSDBR$ 1,3 milhão · 194 votosR$ 6.625
- Joaquim Neto PSDBR$ 2,7 milhões · 25.100 votosR$ 106
- Andre Regis PSDBR$ 993 mil · 9.845 votosR$ 101
- Jairo Pereira PSDBR$ 1,8 milhão · 18.003 votosR$ 98,1
- Pedro Eurico PSDBR$ 1,6 milhão · 17.819 votosR$ 88,4
- Antonio Moraes PSDBR$ 2,7 milhões · 33.083 votosR$ 82,9
- Claudiano Filho PSDBR$ 3,4 milhões · 52.087 votosR$ 65
- Giza Simoes MDBR$ 942 mil · 15.573 votosR$ 60,5
- Botafogo Filho PDTR$ 2,2 milhões · 38.110 votosR$ 58,4
- Andre Campos PTR$ 1,6 milhão · 35.315 votosR$ 46,1
- Betinho Gomes PSDBR$ 2,9 milhões · 65.792 votosR$ 44,8
- Terezinha Nunes PSDBR$ 1,3 milhão · 29.994 votosR$ 43,5
- Eriberto Medeiros AGIRR$ 1,6 milhão · 37.230 votosR$ 42,3
- Ze Mauricio PPR$ 1,4 milhão · 33.644 votosR$ 41,1
- Luciano Moura PC do BR$ 1,1 milhão · 26.447 votosR$ 40,3
- Coronel Rufino PSBR$ 1,2 milhão · 28.575 votosR$ 40,3
- Luciano Siqueira PC do BR$ 1,5 milhão · 40.331 votosR$ 38,2
- Sergio Leite PTR$ 1,7 milhão · 45.501 votosR$ 37,5
- Isabel Cristina PTR$ 1 milhão · 31.643 votosR$ 32,5
- Carlos Santana PSDBR$ 1 milhão · 31.349 votosR$ 32
- Isaltino Nascimento PTR$ 1,7 milhão · 52.955 votosR$ 31,9
- Manoel Santos Da Contag PTR$ 1,3 milhão · 42.347 votosR$ 31,9
- Everaldo Cabral PTBR$ 982 mil · 36.617 votosR$ 26,8
- Teresa Leitao PTR$ 1 milhão · 39.445 votosR$ 26,1
- Edson Vieira PSDBR$ 1,2 milhão · 49.338 votosR$ 25,2
- Vinicius Labanca PSBR$ 1 milhão · 43.870 votosR$ 23
- Adalberto Cavalcanti PHSR$ 973 mil · 42.751 votosR$ 22,8
- Alberto Feitosa PLR$ 1,2 milhão · 52.615 votosR$ 21,9
- Pedro Serafim Neto PDTR$ 1,2 milhão · 55.963 votosR$ 21,3
- Guilherme Uchoa PDTR$ 1 milhão · 99.953 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.