Sgt. Deonildo
Deonildo Jose Gonçalves Gomes · nasceu em 1972
Sgt. Deonildo se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2010), PODE (2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2014: 42 anos, ensino médio, bombeiro militar, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2010Deputado estadual · ParáCIDADANIA 23300· centro· na urna, Cb. Deonildosuplente9.737 votos; 101º mais votado de 460 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Sgt. Deonildo teve 9.737 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 131 cidades. Belém deu 21,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Sgt. Deonildo declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 50 mil.
Campanha a campanha
2014 · Deputado federal · Pará · PODE · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: deputado federal, Pará, 2014
Mediana da disputa: R$ 14,6 por voto. Quem venceu, Edmilson Rodrigues, gastou R$ 2,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,9; o mais barato, R$ 2,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Zé Roberto PSCR$ 641 mil · 13.686 votosR$ 46,9
- Ademir Andrade PSBR$ 1,9 milhão · 56.574 votosR$ 33
- Jorge Panzera PC do BR$ 569 mil · 18.474 votosR$ 30,8
- Gerson Peres PPR$ 1,8 milhão · 62.072 votosR$ 29,4
- Beto Salame PROSR$ 2,6 milhões · 93.524 votosR$ 27,6
- Valry Moraes SOLIDARIEDADER$ 380 mil · 15.867 votosR$ 23,9
- Elcione MDBR$ 2,1 milhões · 87.632 votosR$ 23,9
- Ana Julia Carepa PTR$ 1,3 milhão · 58.938 votosR$ 21,4
- Puty PTR$ 1,1 milhão · 57.105 votosR$ 19,5
- Denise Gabriel PSDBR$ 617 mil · 33.404 votosR$ 18,5
- Nicias Ribeiro PSDBR$ 605 mil · 34.155 votosR$ 17,7
- Chapadinha PSDR$ 1,1 milhão · 63.671 votosR$ 17,4
- Milton Zimmer PTR$ 683 mil · 40.146 votosR$ 17
- Mario Moreira PSDBR$ 639 mil · 40.293 votosR$ 15,9
- Nélio Aguiar DEMR$ 1,3 milhão · 84.601 votosR$ 14,9
- Jordy CIDADANIAR$ 1 milhão · 70.950 votosR$ 14,6
- Simone Morgado MDBR$ 1,1 milhão · 76.510 votosR$ 14,3
- Zé Geraldo PTR$ 1,5 milhão · 105.151 votosR$ 14
- Giovanni Queiroz PDTR$ 842 mil · 68.973 votosR$ 12,2
- Paula Titan MDBR$ 673 mil · 67.324 votosR$ 10
- Wlad SOLIDARIEDADER$ 1,2 milhão · 141.213 votosR$ 8,73
- Joaquim Passarinho PSDR$ 654 mil · 76.148 votosR$ 8,59
- Beto Faro PTR$ 1,2 milhão · 142.970 votosR$ 8,44
- Nilson Pinto PSDBR$ 1,6 milhão · 193.573 votosR$ 8,33
- Hélio Leite DEMR$ 649 mil · 85.194 votosR$ 7,61
- Priante MDBR$ 888 mil · 122.348 votosR$ 7,26
- Lucio Vale PLR$ 803 mil · 148.163 votosR$ 5,42
- Josué Bengtson PTBR$ 558 mil · 122.995 votosR$ 4,53
- Delegado Eder Mauro PSDR$ 669 mil · 265.983 votosR$ 2,51
- Edmilson Rodrigues PSOLR$ 382 mil · 170.604 votosR$ 2,24
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 195 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.