Apuração
Vereador · 2008 · PL

Severino

Severino Carmo da Silva · nasceu em 1969

Severino disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Rosário Oeste (MT)), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior incompleto, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PL 22333· direita
    suplente237 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Severino declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 546.200 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.

  • SeverinoR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Imóvel rural denominada fazenda morada da serraR$ 1,1 mi
    Bens rurais e animais
  2. 01 Imóvel urbano localizado na rua 83 quadra 20 N.17 cpa…R$ 215,7 mil
    Imóveis
  3. 100 Novilhas de 12 mesesR$ 161,8 mil
    Bens rurais e animais
  4. 01 Moto honda bros 150 ESR$ 18,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Severino declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Rosário Oeste (MT) · PL · suplente

De onde veio

R$ 3.258
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.258.
  1. PartidoR$ 1.65250,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.60649,3%

Para onde foi

R$ 3.258
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Rosário Oeste (MT), 2008

Mediana da disputa: R$ 80,5 por voto. Quem venceu, Miguelito, gastou R$ 35,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 300; o mais barato, R$ 35,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Professor Quirino PPR$ 17 mil · 58 votosR$ 300
  • Kiko Do Arruda PDTR$ 25 mil · 176 votosR$ 141
  • Benvino PPR$ 72 mil · 514 votosR$ 140
  • Acacio PPR$ 59 mil · 503 votosR$ 117
  • Tito PLR$ 26 mil · 256 votosR$ 100
  • Valdo PPR$ 50 mil · 517 votosR$ 97
  • Dr Gil MDBR$ 20 mil · 252 votosR$ 80,5
  • Paulo Augusto PSDBR$ 30 mil · 415 votosR$ 71,5
  • Jair Da Felipe DEMR$ 23 mil · 432 votosR$ 52,2
  • Assunção Igino PLR$ 16 mil · 350 votosR$ 46,4
  • Meire Borges PLR$ 16 mil · 429 votosR$ 37
  • Miguelito MDBR$ 18 mil · 503 votosR$ 35,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.