Sérjão
Sergio Daniel Frohlich Fernandes · nasceu em 1956
Sérjão se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002), MDB (2004).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, superior incompleto, servidor publico estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulCIDADANIA 2340· centro· na urna, Serjãosuplente1.886 votos; 146º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Sérjão teve 1.886 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 146º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 96 cidades. Capão da Canoa deu 57,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Sérjão declarou ao TSE R$ 847 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 828.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Capão da Canoa (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 76992,9%
- Próprio bolsoR$ 597,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 76992,9%
- EscritórioR$ 597,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Capão da Canoa (RS), 2004
Mediana da disputa: R$ 12,5 por voto. Quem venceu, Amauri Germano, gastou R$ 6,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,6; o mais barato, R$ 6,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulinho Da Filler MDBR$ 10 mil · 254 votosR$ 40,6
- Laurindo Cardoso PSDBR$ 19 mil · 476 votosR$ 40,4
- Valdomiro Titoni - Miro PTBR$ 20 mil · 645 votosR$ 31,4
- Marino - Valmarino PTBR$ 14 mil · 710 votosR$ 20,2
- Ademar DEMR$ 4,8 mil · 248 votosR$ 19,2
- Luiz Gabriel PTBR$ 13 mil · 875 votosR$ 15
- Dr. Dilceu PDTR$ 9,8 mil · 786 votosR$ 12,5
- Otavio Teixeira MDBR$ 7,5 mil · 666 votosR$ 11,3
- Vando PSBR$ 5,4 mil · 520 votosR$ 10,4
- Carlos Assis - Assis PTBR$ 6,5 mil · 657 votosR$ 9,92
- Flavio Lara PTR$ 5,7 mil · 765 votosR$ 7,47
- Amauri Germano PTR$ 6 mil · 989 votosR$ 6,02
Votos por real
- 2004, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 1.886 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.