Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Sérgio Siqueira Juju

Sérgio Ricardo Viana Siqueira · nasceu em 1967

Sérgio Siqueira Juju se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PDT (2008).

VereadorPartidoDEMPDT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Valinhos (SP)
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito686 votos
  2. 2004
    Vereador · Valinhos (SP)
    DEM 25000· direita· na urna, Sergio Siqueira
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Sérgio Siqueira Juju declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Valinhos (SP) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 2.742
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.742.
  1. Próprio bolsoR$ 1.93870,7%
  2. Outros candidatosTudo de Eleição 2008 Marcos José Da Silva PrefeitoR$ 66924,4%
  3. PessoasR$ 1344,9%

Para onde foi

R$ 2.744
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.744. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioTudo de Encargos Financeiros E Taxas BancáriasR$ 2388,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Valinhos (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 85,5 por voto. Quem venceu, Dr. Moysés, gastou R$ 38,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 638; o mais barato, R$ 38,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cecilia Carvalho PTR$ 153 mil · 240 votosR$ 638
  • Juninho Andrade DEMR$ 249 mil · 588 votosR$ 424
  • Glauce Mamprin Foratto MDBR$ 56 mil · 238 votosR$ 237
  • Lorival PTR$ 180 mil · 1.466 votosR$ 123
  • Alexandre Tonetti PTR$ 60 mil · 488 votosR$ 122
  • Paulo Montero MDBR$ 146 mil · 1.622 votosR$ 90
  • Gustavo Trivellato PVR$ 41 mil · 482 votosR$ 85,5
  • Clayton Machado PSDBR$ 162 mil · 2.072 votosR$ 78,3
  • Dalva Berto PSDBR$ 114 mil · 1.696 votosR$ 67,2
  • Ney Paraná MDBR$ 52 mil · 982 votosR$ 53
  • Henrique Conti PVR$ 96 mil · 1.974 votosR$ 48,4
  • Dr. Moysés PTBR$ 79 mil · 2.038 votosR$ 38,9

Votos por real

  • 2008, vereador: 250 votos por R$ 1.000, 8,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 450 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.