Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Sergio do Escritorio

Sergio Silva · nasceu em 1949

Sergio do Escritorio se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012CIDADANIA2016CIDADANIA2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 3 partidos: PSDB (2008), CIDADANIA (2012–2016), REPUBLICANOS (2020).

VereadorPartidoPSDBCIDADANIAREPUBLICANOS2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    REPUBLICANOS 10111· direita
    suplente
  2. 2016
    CIDADANIA 23663· centro· na urna, Sérgio do Escritório
    suplente
  3. 2012
    CIDADANIA 23663· centro· na urna, Sergio Silva do Escritório
    eleito298 votos
  4. 2008
    PSDB 45622· centro-direita· na urna, Sergio Silva
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Sergio do Escritorio declarou R$ 50,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 218,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 50,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.000 na declaração)

Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Sergio do EscritorioR$ 50,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 50,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio do Escritorio declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Santa Rosa de Viterbo (SP) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 948
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 948
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 948.
  1. Material impressoR$ 66570,1%
  2. ServiçosR$ 28329,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 30,2 por voto. Quem venceu, Bode Sindicato, gastou R$ 4,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 105; o mais barato, R$ 4,66.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fabricio Campanini MDBR$ 6,6 mil · 63 votosR$ 105
  • Cassia Farmaceutica MDBR$ 5,5 mil · 73 votosR$ 74,8
  • Val CIDADANIAR$ 2,3 mil · 34 votosR$ 66,4
  • Chicão Do Depósito CIDADANIAR$ 14 mil · 295 votosR$ 47,5
  • Luciano Aquino PODER$ 2,3 mil · 50 votosR$ 45,1
  • Roberta Banespa MDBR$ 9,3 mil · 218 votosR$ 42,8
  • Professor João Paulo PSDR$ 3,1 mil · 103 votosR$ 30,2
  • Marinho Titarelli PVR$ 3,5 mil · 161 votosR$ 21,6
  • Geraldo Do Escritório PVR$ 2,8 mil · 147 votosR$ 19,3
  • Professor Fábio Massaro PSDR$ 2,3 mil · 128 votosR$ 18
  • Le Da Farmacia PSBR$ 2,3 mil · 211 votosR$ 11,1
  • Bode Sindicato MDBR$ 2,2 mil · 483 votosR$ 4,66

Votos por real

  • 2020, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.