Sergio, Sergio do Barretos
Jose Sergio Carneiro Guedes · nasceu em 1966
Sergio, Sergio do Barretos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Alvinópolis (MG)PDT 15· centro-esquerdaNa chapa de Miltonchapa não eleita4.442 votos da chapa, 43,9%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sergio, Sergio do Barretos declarou R$ 18,9 mil em bens, em reais de hoje.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Sergio, Sergio do Barretos declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Alvinópolis (MG) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.67286,8%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 40713,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Alvinópolis (MG), 2004
Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Bidao, gastou R$ 6,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 363; o mais barato, R$ 6,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Augusto Hosken PTBR$ 9,4 mil · 26 votosR$ 363
- Jose Geraldo Cota - Zé Cota PTR$ 4,3 mil · 32 votosR$ 134
- Juliano DEMR$ 3,3 mil · 27 votosR$ 121
- Tuquinho PSLR$ 6,2 mil · 159 votosR$ 39,3
- Elmo DEMR$ 9,1 mil · 290 votosR$ 31,5
- Cavalão PLR$ 9,6 mil · 344 votosR$ 27,8
- Ledes Cota DEMR$ 9,1 mil · 364 votosR$ 25,1
- Jurandir DEMR$ 4,6 mil · 226 votosR$ 20,2
- Ronaldo Torres DEMR$ 7,6 mil · 456 votosR$ 16,7
- Zé Nenem PDTR$ 3,7 mil · 223 votosR$ 16,4
- Raulzinho DEMR$ 4,2 mil · 306 votosR$ 13,8
- Bidao MDBR$ 3,6 mil · 526 votosR$ 6,81
Votos por real
- 2004, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.