Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Sergio Seibert

Sergio Nivaldo Seibert · nasceu em 1958

Sergio Seibert se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PSB2012PSB2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PSB.

VereadorPartidoPSB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PSB 40333· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PSB 40333· centro-esquerda
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PSB 40333· centro-esquerda
    eleito588 votos
  4. 2004
    Vereador · Campo Bom (RS)
    PSB 40333· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Sergio Seibert declarou R$ 4.874 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 3.215, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4.874
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.000 na declaração)

Declarou 7% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Sergio SeibertR$ 4.874
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4.874. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio Seibert declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Campo Bom (RS) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 5.623
13% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.623.
  1. PessoasR$ 3.91569,6%
  2. Outros candidatosR$ 1.22221,7%
  3. Próprio bolsoR$ 4868,6%

Para onde foi

R$ 5.623
O maior gasto foi com transporte: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.623.
  1. TransporteR$ 3.91569,6%
  2. Material impressoR$ 1.22221,7%
  3. ServiçosR$ 4868,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Campo Bom (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 18,7 por voto. Quem venceu, Jerri, gastou R$ 8,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,2; o mais barato, R$ 8,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Suzana De Oliveira CIDADANIAR$ 14 mil · 451 votosR$ 31,2
  • Professora Sandra Orth PSDBR$ 20 mil · 777 votosR$ 25,5
  • Dr. João PPR$ 13 mil · 501 votosR$ 25
  • Maicon PSDR$ 15 mil · 673 votosR$ 21,7
  • Arcelino Siri PSDBR$ 11 mil · 540 votosR$ 21,2
  • Joceli Fragoso PTBR$ 15 mil · 810 votosR$ 19
  • Dr. Tigre MDBR$ 23 mil · 1.212 votosR$ 18,7
  • Tiago PC do BR$ 13 mil · 729 votosR$ 17,4
  • Jc MDBR$ 12 mil · 783 votosR$ 15
  • Sadi MDBR$ 14 mil · 1.170 votosR$ 11,6
  • João Paulo MDBR$ 16 mil · 1.515 votosR$ 10,5
  • Jerri MDBR$ 13 mil · 1.625 votosR$ 8,23

Votos por real

  • 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.