Sergio Ramos
Sergio Ramos de Souza · nasceu em 1968
Sergio Ramos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004–2008), PSD (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, policial civil, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sergio Ramos declarou R$ 200,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Sergio RamosR$ 200,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio Ramos declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Dom Aquino (MT) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.06476,2%
- Outros candidatosR$ 33223,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 89964,4%
- TransporteR$ 48734,9%
- EscritórioR$ 100,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Dom Aquino (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,1 por voto. Quem venceu, Milton Junior Batata, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 210; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jucimar Oliveira PSDBR$ 3,6 mil · 17 votosR$ 210
- Selismar (Filho Do Coca) PHSR$ 3,2 mil · 40 votosR$ 81,2
- Joel (Joelzinho) SOLIDARIEDADER$ 3,1 mil · 63 votosR$ 48,7
- Professora Guaracy PSBR$ 2,5 mil · 59 votosR$ 42,7
- Indião PSBR$ 3,8 mil · 115 votosR$ 33,2
- Fabricio Ribeiro SOLIDARIEDADER$ 4,7 mil · 171 votosR$ 27,6
- Welliton PSCR$ 3 mil · 111 votosR$ 27,1
- Josa Do Entre Rios SOLIDARIEDADER$ 2,4 mil · 93 votosR$ 25,3
- Lazaro PSBR$ 2,6 mil · 112 votosR$ 23,1
- Cesar Entre Rios PSDR$ 2,3 mil · 134 votosR$ 17,2
- Gato PPR$ 3,2 mil · 216 votosR$ 14,7
- Milton Junior Batata PSBR$ 5,2 mil · 367 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2016, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.