Sergio Pacheco
Sérgio Hercilio Pacheco · nasceu em 1964
Sergio Pacheco se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PP (2004), DEM (2008), PC do B (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sergio Pacheco declarou R$ 796,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Sergio PachecoR$ 796,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Pacheco declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Criciúma (SC) · PC do B · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 13 mil55,2%
- PartidoR$ 7.93033,8%
- Próprio bolsoR$ 2.59911,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 16,2 mil68,8%
- Material impressoR$ 6.08025,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0334,4%
- ServiçosR$ 2170,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Criciúma (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 64,3 por voto. Quem venceu, Geovania De Sá, gastou R$ 24 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Toninho Da Imbralit MDBR$ 298 mil · 2.494 votosR$ 119
- João Fabris MDBR$ 128 mil · 1.477 votosR$ 86,9
- Vanio De Oliveira MDBR$ 95 mil · 1.316 votosR$ 72,5
- Julio Kaminski PSDBR$ 92 mil · 1.355 votosR$ 67,8
- Tati Teixeira PSDR$ 191 mil · 2.903 votosR$ 65,6
- Daniel Freitas PPR$ 137 mil · 2.125 votosR$ 64,3
- De - Carlos De Cordes PC do BR$ 97 mil · 1.939 votosR$ 50
- Julio Colombo PPR$ 112 mil · 2.295 votosR$ 48,8
- Pastor Jevis PDTR$ 95 mil · 2.618 votosR$ 36,1
- Ricardo Fabris PDTR$ 101 mil · 3.124 votosR$ 32,3
- Geovania De Sá PSDBR$ 136 mil · 5.676 votosR$ 24
Votos por real
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.