Sergio Mota
Sergio Antonio Mota Furtado · nasceu em 1961
Sergio Mota se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PT (2004–2012), PHS (2016), PSB (2020), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, ensino médio, trabalhador rural, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Rio Pomba (MG)PHS 40· centro-direita· na urna, Sérgio Mota FurtadoNa chapa de Giovani Baiachapa não eleita4.161 votos da chapa, 38,6%
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Sergio Mota declarou R$ 166,5 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 127,1 mil acima da inflação.
Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Sergio MotaR$ 166,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- ApartamentoR$ 94,1 milApartamento
- Um comodoR$ 64,8 milPrédio comercial
- SaldoR$ 5.363Conta corrente no país
- MotocicletaR$ 2.209Previdência VGBL
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio Mota declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio Pomba (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 4.10191,4%
- PessoasR$ 3878,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.46172,8%
- Material impressoR$ 92127,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Pomba (MG), 2024
Sergio Mota: R$ 24,3 por voto (mediana da disputa, R$ 12,8). Quem venceu, Ivan Da Isabel, gastou R$ 2,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 219; o mais barato, R$ 2,33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sergio Mota. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Giovane Do Gordo PSDR$ 8,7 mil · 40 votosR$ 219
- Maurilio PC do BR$ 16 mil · 120 votosR$ 137
- Carol Gonçalves PC do BR$ 16 mil · 176 votosR$ 93,2
- Lucilia Gonçalves PTR$ 930 · 22 votosR$ 42,3
- Dr Lucas PPR$ 1,1 mil · 26 votosR$ 42,1
- Sergio Mota PTR$ 3,4 mil · 139 votosR$ 24,3
- Rogerio Da Cofel PLR$ 1,6 mil · 122 votosR$ 12,8
- Gilberto Quintão PTR$ 886 · 89 votosR$ 9,95
- Tulio Mota PPR$ 1,1 mil · 164 votosR$ 6,67
- Paulo Do Mercadinho REPUBLICANOSR$ 1,8 mil · 380 votosR$ 4,66
- Demetrius Tufi MDBR$ 1,1 mil · 375 votosR$ 2,92
- Ivan Da Isabel MDBR$ 1 mil · 448 votosR$ 2,33
Votos por real
- 2024, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.