Sergio Melo
Sergio Lima de Melo · nasceu em 1958
Sergio Melo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PP (2004–2008), PC do B (2012), REPUBLICANOS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, agente administrativo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sergio Melo declarou R$ 288,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Sergio MeloR$ 288,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Melo declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Torres (RS) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Torres (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,8 por voto. Quem venceu, Zete, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joaquim Rocha PTR$ 7,5 mil · 40 votosR$ 186
- Roger Maciel PTR$ 15 mil · 317 votosR$ 46,7
- Diogo Gonzalez PTBR$ 13 mil · 277 votosR$ 46,3
- Carla Daitx PPR$ 22 mil · 609 votosR$ 35,3
- Rogerinho PDTR$ 18 mil · 643 votosR$ 28,2
- Gimi MDBR$ 20 mil · 870 votosR$ 22,5
- Gisa Webber PPR$ 16 mil · 740 votosR$ 21,8
- Carlos Tubarão MDBR$ 22 mil · 1.171 votosR$ 18,6
- Davino PTR$ 7,1 mil · 386 votosR$ 18,5
- Pardal REPUBLICANOSR$ 11 mil · 713 votosR$ 14,9
- Jeferson PTBR$ 13 mil · 941 votosR$ 13,3
- Zete PTR$ 6,9 mil · 595 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 199 votos por R$ 1.000, 8,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.