Sérgio Marion
Sérgio Marion Oliveira do Amaral · nasceu em 1977
Sérgio Marion se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2004–2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sérgio Marion declarou R$ 129,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 111,8 mil acima da inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Sérgio MarionR$ 129,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Sérgio Marion declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santiago (RS) · PL · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.20154,8%
- Próprio bolsoR$ 1.57139,1%
- Outros candidatosR$ 2426%
Para onde foi
- PessoalR$ 70830,3%
- ServiçosR$ 70830,3%
- Material impressoR$ 58625,1%
- TransporteR$ 2028,7%
- OutrosR$ 994,2%
- EscritórioR$ 311,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Santiago (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Haroldo Pouey, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 173; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Claudio Souza PSLR$ 14 mil · 81 votosR$ 173
- Terezinha Ferreira PSLR$ 14 mil · 123 votosR$ 117
- Piriquito PSLR$ 15 mil · 150 votosR$ 98
- Jaqueline Esmerio PSLR$ 15 mil · 333 votosR$ 43,6
- Natanáel Souza PSLR$ 14 mil · 449 votosR$ 30,6
- Joel Oliveira PPR$ 18 mil · 745 votosR$ 24,6
- Rafael Nemitz PPR$ 13 mil · 651 votosR$ 19,9
- Décio Loureiro PPR$ 17 mil · 877 votosR$ 19,1
- Diniz Cogo MDBR$ 11 mil · 600 votosR$ 19,1
- Cleusa Canterle PPR$ 14 mil · 950 votosR$ 14,7
- Haroldo Pouey PPR$ 13 mil · 1.164 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 121 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.