Sergio Lima
Sergio Lima Santos · nasceu em 1970
Sergio Lima se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2020.
Passou por 4 partidos: PSB (2004–2008), PHS (2018), MDB (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado federal · SergipePHS 3131· centro-direita· na urna, Sérgio Limasuplente955 votos; 61º mais votado de 110 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Sergio Lima teve 955 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 110 candidatos.
Recebeu votos em 55 cidades. Aracaju deu 51,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Sergio Lima declarou R$ 220,9 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 53,8 mil acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Sergipe em 2024.
- Sergio LimaR$ 220,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.733
- Mediana dos eleitosR$ 55,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio Lima declarou ao TSE R$ 119 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 107 mil, 71% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Pirambu (SE) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.29777,8%
- ServiçosR$ 54718,5%
- InternetR$ 1093,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Pirambu (SE), 2024
Mediana da disputa: R$ 302 por voto. Quem venceu, Lucas De Flávio, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 583; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliana De Tico PVR$ 16 mil · 28 votosR$ 583
- Billiu PPR$ 14 mil · 27 votosR$ 515
- Luizinho Pereira PVR$ 8,6 mil · 18 votosR$ 475
- Dantas Do Coroa PPR$ 14 mil · 35 votosR$ 406
- Dilma De Amélia PPR$ 14 mil · 38 votosR$ 373
- Zuleide De Aguilhadas PPR$ 14 mil · 43 votosR$ 331
- Zé Da Carroça PPR$ 14 mil · 47 votosR$ 302
- Dra Silvia PVR$ 23 mil · 131 votosR$ 174
- Jádna De Claudevi PPR$ 19 mil · 209 votosR$ 91,9
- Mauro Da Mercearia PPR$ 15 mil · 175 votosR$ 84,4
- Carlos André PPR$ 15 mil · 249 votosR$ 62,2
- Lucas De Flávio UNIÃOR$ 10 mil · 359 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2024, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 74 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.