Apuração
Vereador · 2012 · PT

Sergio Krause

nasceu em 1969

Sergio Krause se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPT−0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PT (2012).

VereadorPartidoDEMPT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Novo Mundo (MT)
    PT 13131· centro-esquerda
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Novo Mundo (MT)
    DEM 25250· direita
    suplente74 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Sergio Krause declarou R$ 372,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 372,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 169.900 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.

  • Sergio KrauseR$ 372,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 372,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Lote urbano com predio em alvenariaR$ 328,7 mil
    Outros bens imóveis
  2. Um veiculo corsa wind 1.OR$ 31,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Dispon. financeira em cx e bancosR$ 6.574
    Dinheiro em espécie
  4. Uma mota honda C100 bisR$ 5.478
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Sergio Krause declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Novo Mundo (MT) · PT · suplente

De onde veio

R$ 6.659
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.659.
  1. Próprio bolsoR$ 6.55098,4%
  2. PartidoR$ 1081,6%

Para onde foi

R$ 6.659
O maior gasto foi com transporte: 85% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.659.
  1. TransporteR$ 5.64584,8%
  2. Material impressoR$ 1.01415,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Novo Mundo (MT), 2012

Mediana da disputa: R$ 58,9 por voto. Quem venceu, Edemar Squena, gastou R$ 42,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 234; o mais barato, R$ 42,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 5,1 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.