Sergio Elvan
Sergio Elvan Leite da Silva · nasceu em 1961
Sergio Elvan se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sergio Elvan declarou R$ 229,8 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 67,4 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Sergio ElvanR$ 229,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Elvan declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,6 mil, 37% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tapes (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 53934%
- PessoasR$ 35422,3%
- Outros candidatosR$ 35422,3%
- PartidoR$ 34021,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 42551,6%
- ServiçosR$ 28334,4%
- EscritórioR$ 11513,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapes (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 41,2 por voto. Quem venceu, Marcus Vigolo, gastou R$ 16,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 349; o mais barato, R$ 16,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Catiane Alencastro PSOLR$ 4,9 mil · 14 votosR$ 349
- Jara Alencastro PTR$ 3,5 mil · 13 votosR$ 273
- Brizolinha PLR$ 21 mil · 106 votosR$ 194
- Henrique Ambos PSOLR$ 3,2 mil · 22 votosR$ 147
- Joao Amaral PSOLR$ 7,7 mil · 94 votosR$ 82,3
- Fabiano Dummer PPR$ 20 mil · 356 votosR$ 57,1
- Rosane Pinzon PPR$ 8,5 mil · 206 votosR$ 41,2
- Nino Kologeski PLR$ 3,6 mil · 89 votosR$ 40,8
- João Paulo PPR$ 16 mil · 389 votosR$ 40,5
- Cleber Laquiman DEMR$ 4,5 mil · 215 votosR$ 21
- Professora Cátia MDBR$ 4,5 mil · 229 votosR$ 19,8
- Marcus Vigolo PPR$ 7,1 mil · 438 votosR$ 16,3
Votos por real
- 2020, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.