Apuração
Vereador · 2020 · PDT

Sergio do Pernambuco

Luiz Sergio Santiago dos Santos · nasceu em 1973

Sergio do Pernambuco se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PP2016PL2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PP (2008–2012), PL (2016), PDT (2020).

VereadorPartidoPPPLPDT2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Inhangapi (PA)
    PDT 12777· centro-esquerda
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Inhangapi (PA)
    PL 22333· direita· na urna, Sergio
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Inhangapi (PA)
    PP 11333· direita· na urna, Sergio
    suplente174 votos
  4. 2008
    Vereador · Inhangapi (PA)
    PP 11333· direita· na urna, Sergio
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Sergio do Pernambuco declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 21,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.

  • Sergio do PernambucoR$ 43,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 5.746
  • Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio do Pernambuco declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Inhangapi (PA) · PL · suplente

De onde veio

R$ 1.078
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.078.
  1. PessoasR$ 64860,1%
  2. Outros candidatosR$ 43139,9%

Para onde foi

R$ 1.078
O maior gasto foi com serviços: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.078.
  1. ServiçosR$ 64860,1%
  2. Material impressoR$ 43139,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Inhangapi (PA), 2016

Mediana da disputa: R$ 22,3 por voto. Quem venceu, Marcus Costa, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,2; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 174 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.