Sergio Dalbon
Sergio Gleni Orasmo Dalbon · nasceu em 1964
Sergio Dalbon se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado federal · Rio Grande do SulPTB 1433· centro-direitasuplente1.903 votos; 121º mais votado de 271 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Sergio Dalbon teve 1.903 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 121º lugar entre 271 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Rio Grande deu 71,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sergio Dalbon declarou R$ 292,4 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 107 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Sergio DalbonR$ 292,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Dalbon declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 32 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio Grande (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13 mil64,9%
- PessoasR$ 5.44127,2%
- Fundo partidárioR$ 1.5777,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 13,8 mil69,1%
- ServiçosR$ 5.44127,2%
- PessoalR$ 7293,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Grande (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 44 por voto. Quem venceu, Benito Metalúrgico, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 20.932; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juarez Silva Dos Santos AVANTER$ 1,8 milhão · 87 votosR$ 20.932
- Leoneti - Caçarola PLR$ 39 mil · 206 votosR$ 191
- Jorge Penna Rey MDBR$ 59 mil · 324 votosR$ 183
- Professora Denise PTR$ 72 mil · 1.162 votosR$ 62,1
- Julio Cesar MDBR$ 93 mil · 1.685 votosR$ 55
- Spotorno PTR$ 75 mil · 1.451 votosR$ 51,5
- Flávio Vigilante SOLIDARIEDADER$ 41 mil · 921 votosR$ 44
- Claudio Costa PTR$ 42 mil · 1.075 votosR$ 39,3
- André Lemes PTR$ 53 mil · 1.910 votosR$ 27,5
- Repolhinho PSDBR$ 58 mil · 2.780 votosR$ 20,7
- Rogério Gomes CIDADANIAR$ 39 mil · 2.430 votosR$ 16,2
- Benito Metalúrgico PTR$ 46 mil · 3.248 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 60 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.